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Sala P.F. Gastal mostra documentário sobre Cio da Terra

30 de agosto de 2010
Publicado por @TiagoMx

A Sala P. F. Gastal da Usina do Gasômetro coloca em cartaz a partir do dia 1º de setembro, quarta-feira, no horário das 19h, o documentário Cio da Terra, de Cacá Nazário e Éber Marzullo. Depois de uma concorrida sessão de pré-estreia, realizada há duas semanas no Cine Santander, quando dezenas de espectadores voltaram para casa sem conseguir assistir ao filme devido à super lotação da sala, agora o público terá novas oportunidades para conferir este belo documentário que recupera a história do célebre festival de música realizado em 1982 na cidade de Caxias do Sul.

Conhecido como o “Woodstock gaúcho”, o festival reuniu milhares de jovens, que ao longo de três dias discutiram a realidade política e social de um país ainda sob o jugo da ditadura militar e assistiram a shows de músicos como Nei Lisboa, Nelson Coelho de Castro, Jorge Mautner e Ednardo (todos presentes no documentário, tanto em raras imagens de arquivo realizadas em Super-8 quanto em depoimentos colhidos recentemente pelos diretores).

No sábado 4, após a sessão das 19h, acontece um debate com a participação dos diretores Cacá Nazário e Éber Marzullo, além do jornalista e escritor Eduardo Bueno (Peninha) e do cineasta Giba Assis Brasil, que estiveram presentes no Cio da Terra.

As exibições de Cio da Terra serão antecedidas pelo premiado curta-metragem de ficção Amigos Bizarros do Ricardinho, de Augusto Canani, produção gaúcha que vem sendo exibida com sucesso em vários festivais e acaba de receber os prêmios de melhor direção de arte e melhor trilha sonora no último Festival de Gramado.

Nos demais horários, a Sala P. F. Gastal segue exibindo os dois longas lançados em 2010 pelo diretor gaúcho Paulo Nascimento, o infantil A Casa Verde (às 15h) e o drama político Em Teu Nome (às 17h). Os ingressos custam R$ 3 e R$ 6.

Fonte: @prefeitura_poa

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Categoria: atividades

Matrix e Matrix Revolutions: doação de @rafaelraffer

28 de agosto de 2010
Publicado por @TiagoMx

Um combo genial de ação, efeitos especiais e questões a cerca do imperativo categórico da realidade. A Matrix existe? São as dúvidas que nos movem e que animam a videoteca social. Você que nunca assistiu ou que quer assistir novamente, agora pode visitar a casa colorida do coletivo digital @zerotrack e utilizar o @meuacervo.

Obrigado @rafaelraffer e bem-vindo ao clube =)

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Categoria: doações

Elephant (Gus Van Sant) em tempo real

27 de agosto de 2010
Publicado por @TiagoMx

É quase impossível de acreditar que ao som de “Sonata ao Luar” a câmera escorre macia pelos corredores da escola Columbine, as cenas combinam, interpolam, multiplicam, desdobram e transformam a linearidade do tempo em um objeto elástico. Gus Van Sant realiza de forma primorosa a terrível história dos garotos-atiradores Eric & Dylan.

Cenas fortes da nossa contemporaneidade.

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Categoria: resenha de membro

“O Invasor” Beto Brant no Cine Pitangueira

16 de agosto de 2010
Publicado por @TiagoMx

Sempre as terças 20h na Lagoa da Conceição em Florianópolis

O Invasor  (Beto Brant, 2001, 97 min)

Estevão (George Freire), Ivan (Marco Ricca) e Gilberto (Alexandre Borges) são companheiros desde os tempos de faculdade e sócios de uma construtora de sucesso há mais de 15 anos. O relacionamento entre eles sempre foi muito bom, até que um desentendimento na condução dos negócios faz com que eles entrem em choque, com Estevão, sócio majoritário, ameaçando abandonar a empresa. Acuados, Ivan e Gilberto decidem então contratar Anísio (Paulo Miklos), um matador de aluguel, para assassinar Estevão e, assim, poderem conduzir a construtora do modo como bem entendem. Entretanto, Anísio tem seus próprios planos de ascensão social e aos poucos invade cada vez mais as vidas de Ivan e Gilberto.

fonte: divulgação

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Categoria: coisas

Band of Brothers, nova doação de @oronaldosantos

3 de agosto de 2010
Publicado por @TiagoMx

A videoteca social do coletivo digital Zerotrack (@zerotrack) recebeu mais uma doação para o projeto @meuacervo. Desta vez, trata-se da caixa da série Band of Brothers, que conta a história da Easy Company, integrante da 101ª Divisão Aerotransportada do exército americano, na Segunda Guerra Mundial. Co-produzida por Tom Hanks e Steven Spielberg, foi lançada pela HBO em 2001 e recentemente exibida pela Band.

Valeu Ronaldo Santos @oronaldosantos estamos felizes pelo seu carinho.

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Categoria: doações

Inauguração do Cineclube Pitangueira, Florianópolis

27 de julho de 2010
Publicado por @TiagoMx

http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/pitanga/imagens/pitanga-6.jpg

A Cinemateca Catarinense em parceria com o Fundo Municipal de Cinema – Funcine, a Casa das Máquinas, o Centro Cultural Bento Silvério – Casarão da Lagoa, a Fundação Cultural Franklin Cascaes e a Prefeitura Municipal de Florianópolis, convidam para o lançamento do Cine Pitangueira, projeto em desenvolvimento através do Programa Cine Mais Cultura do Minc.

Serão duas sessões semanais nas terças-feiras, para jovens, crianças e adolescentes às 15h e para o público em geral às 20h.

A entrada é livre!

Cine Pitangueira

Quando: Terça-feira dia 27 de Julho

Local: Casa das Máquinas – Centro Cultural Bento Silvério, Lagoa da Conceição
Entrada Livre (as 15 horas : Curtas infantis)

as 20hs com os vencedores Edital Funcine

E.T Emissário da Terra
Rafael Schlinchting, 2009, 16min

Um Emissário da Terra (E.T.) chega a um mundo muito lógico. As pessoas do local se comportam de forma maquínica. O engenheiro-chefe do lugar tenta mandá-lo embora como se previsse que algo viria a dar errado. O Invasor acaba no hospital. Lá, ele passa a pregar o evangelho. Os habitantes seguem seus ensinamentos e constroem uma igreja. No final, acontece o que o engenheiro-chefe, quem também é terráqueo, previa: os lógicos cristãos pregam o E.T. na cruz para que ele possa ressuscitar e subir ao céu.

Uma Camélia Vermelha
Bob Barbosa, 2009, 17min

Num puteiro, no dia do seu aniversário, Terezinha aguarda a visita do seu antigo amante…

Entrelinhas
Letícia Cardoso e Pedro MC, 2009, 25min

A relação da equipe com pacientes do Hospital de Custódia na penitenciária estadual de Santa Catarina. Como dispositivo, a atenção flutuante. Como investigação, as relações do inconsciente.

Amarras
Letícia Kapper, 2009, 15min

Amarras visíveis e ocultas impedem que Katya Regina Costa, 26 anos, siga pelo caminho banal aos olhos do mundo, mas feliz para uma presidiária. Ela só quer liberdade, ou seja, ter um emprego, uma casa, uma família. Desde seus oitos anos, morou na rua e se sustentou furtando. Em 2006, encontrou um lar, o Presídio Feminino de Florianópolis, onde permaneceu quase dois anos. Cumpriu pena em regime aberto por menos de dois meses em meados de 2008, época em que tentou de todas as formas fugir do mundo do crime tão atraente, costumeiro. Assim, voltava durante a noite para dormir na área íntima da unidade carcerária e fazia as refeições junto com as detentas. Foi descoberta e o pernoite passou a ser num banheiro de um bar, local tão pequeno que a impedia de esticar as pernas enquanto dormia. A liberdade tão sonhada resumiu-se em frustração: deixou para trás uma namorada, amizades e a utopia de se reintegrar à sociedade.

Sereia
Yannet Briggler, 2009, 10min

Num mundo desolado a alta das marés provocou transformações radicais. Poucos pedaços de terra sobraram para a ocupação humana e os homens tiveram que se adaptar com a falta de recursos e a solidão. Neste contexto o personagem central, Simão, vive só num pequeno penhasco. Quase todos os recursos que ele encontra para a sua sobrevivência vêm do mar, onde ele pesca com um gancho pendurado a uma corrente. Sua rotina é marcada pela monotonia e melancolia até que um fato inusitado acontece em sua vida: ele encontra uma mulher pendurada no gancho. Aparentemente morta ele a resgata e cuida de sua recuperação. A alegria toma conta de Simão e conforme ela se recupera coisas estranhas começam a acontecer. A barreira entre o universo onírico e a realidade se desfaz e entre momentos de profundo desejo e horror, Simão, confuso, passa a pensar somente em como se livrar dela.

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Categoria: cineclubismo

DOCBRASIL – Fundação Cultural Badesc – Caleidoscópio das Artes

12 de julho de 2010
Publicado por @TiagoMx

Existem muitas formas de se viver. Levar a vida através da arte é a escolha feita pelos personagens destes seis vigorosos documentários. A seleção de documentários “Caleidoscópio das artes” apresenta as reflexões de dez importantes artistas plásticos brasileiros acerca de seus trabalhos, anseios, influências, desejos, manifestos e lutas.

Numa harmoniosa interação, os cineastas imprimem em imagens e sons suas impressões sobre as primeiras expressões plásticas, inventando novas obras com seus personagens e fazendo da arte também sua escolha de vida.

O QUÊ: DocBrasil – “Caleidoscópio das Artes”
QUANDO: dia 16 de julho, às 19 horas
ONDE: Fundação Cultural Badesc. Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis, fone (48) 3224-8846
QUANTO: Entrada franca

PROGRAMAÇÃO

Ver ouvir
(Antônio Carlos da Fontoura, RJ, 1966, 20 minutos)
A pintura fala através do trabalho de três artistas: Roberto Magalhães, Antonio Dias e Rubens Gerchman – simplesmente devastadores na visualidade pop com que, em suas obras, transmutam a cacofonia da cidade contemporânea.

Paraíso Juarez
(Thomas Farkas, SP, 1971, 6 minutos)
O pintor Juarez Paraíso descreve a montagem de painéis na entrada do Cinema Tupi, em Salvador, explica seu significado e justifica suas posições acerca da comunicação entre os homens. Com a venda do cinema, essa decoração foi totalmente destruída.

Milton Dacosta – Íntimas construções
(Mário Carneiro, RJ, 1998, 21 minutos)
O artista plástico Milton Dacosta – pintor, desenhista e gravador – é um dos maiores expoentes da arte moderna brasileira. O filme apresenta suas principais fases e seu convívio com artistas essenciais nas décadas de 1930 a 1970. Alexandre Dacosta, seu filho, narra e interpreta os acontecimentos.

Mondego
(Christian Caselli, RJ, 2007, 9 minutos)
Uma imagem vale mais do que mil palavras? Veja isso neste documentário não-realista sobre o pintor maranhense Edson Mondego.

Spray-jet
(Ana Maria Magalhães, RJ, 1985, 14 minutos)
Três pintores urbanos brasileiros – Leonilson, Ciro Cozzolino e Leda Catunda –, munidos de sprays ou usando técnicas e materiais originais, revelam, em seus depoimentos, os diversos caminhos da criação artística individual ou coletiva e discutem a arte conceitual e o renascimento da pintura.

O capeta Carybé
(Agnaldo Siri Azevedo, BA, 1996, 22 minutos)
O filme revela a enorme integração da vida e da obra de Carybé com a cidade de Salvador e o que a Bahia tem em sua essência, bem registrados em seus quadros e murais. A trajetória e a vida do artista plástico desde que se fixou
na capital baiana em 1938, a partir do texto homônimo de Jorge Amado.

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Categoria: atividades

Mostra Grandes Diretores – Manoel de Oliveira, apresenta: A Caixa (1994)

28 de junho de 2010
Publicado por @TiagoMx

Acontece nesta terça-feira, dia 29 de junho, no Teatro da UFSC, a sessão do filme A Caixa (1994) que integra a mostra “Grandes Diretores – Manoel de Oliveira“, premiado diretor português, homenageado no Festival de Cinema de Cannes, em 2008.

A mostra na universidade é uma atividade de caráter didático-cultural, realizada pelo Departamento Artístico Cultural da UFSC. Ela iniciou-se no dia 27 de maio e vai até 30 de novembro deste ano, todas as terças-feiras às 12 horas, seguida ou antecedida de eventuais debates. A mostra tem entrada gratuita e é aberta à comunidade.

A Caixa (1994)

Todo o filme se passa num típico bairro de Lisboa. Nesse Bairro vive um cego, o qual sobrevive das esmolas recolhidas diariamente pelas ruas da cidade. Além das esmolas serem a sua única fonte de alimento, ainda tem que as redistribuir por uma filha e por um genro. A filha além de se ocupar das tarefas domésticas ainda engoma roupa para fora, enquanto o marido é um marginal desempregado, tal como os seus amigos, vive à custa da caixa do cego. Até que um dia a caixa é roubada, tal como já tinha acontecido há uns tempos atrás. Motivo suficiente para que haja um grande conflito que acaba em tragédia.

Duração: 92 min
Elenco: Luís Miguel Cintra, Beatriz Batarda, Diogo Dória, participação especial de Glicina Quartin e Ruy de Carvalho
Festival de Cannes 1994 – Quinzena dos Realizadores

SERVIÇO:

O QUÊ: Apresentação do filme A Caixa (1994), da Mostra de cinema Grandes Diretores – Manoel de Oliveira.
QUANDO: Dia 29 de junho de 2010, terça-feira, às 12 horas. A mostra acontece até 30 de novembro de 2010, em todas as terças-feiras às 12 horas, seguida ou antecedida de eventuais debates.
ONDE: Teatro da UFSC, ao lado da Igrejinha, Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis-SC.
QUANTO: Gratuito e aberto à comunidade
CONTATO: Departamento Artístico Cultural – DAC (48) 3721-9348 e 3721-9447 ou www.dac.ufsc.br e dac@dac.ufsc.br

Fonte: José Fontenele, Acadêmico de Jornalismo – Departamento Artístico Cultural – DAC: SECARTE: UFSC, com material da mostra.

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Categoria: notícias

Blade Runner – Doação da Videoteca Social de @FabioDudas

30 de maio de 2010
Publicado por @TiagoMx

O artista Fábio Dudas (@fabiodudas) é o novo membro da Videoteca Social (@meuacervo).
Sua contribuição foi o clássico “Blade Runner – Director’s Cut”. Agora são dois na casa =)

Blade Runner ★ O amor unicórnio-branco novelle vague em meio ao futuro-caótico e a fumaça-cinza das fábricas.5 de July de 2009 1:44 via twhirlmeuacervo
Acervo de @tiagomx

Obrigado Fábio!

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Categoria: doações

Resenha Especial do Filme “Em teu nome”

28 de maio de 2010
Publicado por @TiagoMx

Quase quatro décadas depois, um dos períodos mais obscuros da história do Brasil ainda rende muitos roteiros para o cinema nacional. Os conflitos dos perseguidos pelo regime militar, o inferno dos porões da ditadura e o vazio deixado na vida de milhões de brasileiros pelos crimes praticados pelo governo valem por sua dramaticidade e principalmente pelas lições de luta por um país melhor.

Em Teu Nome (Brasil, 2009), que estreia nessa sexta em todo o país, tem roteiro e direção de Paulo Nascimento e trata exatamente da época mais pesada do regime de exceção, na década de 1970, durante o governo Médici. O filme acompanha a história verdadeira de João Carlos Bona Garcia e de sua esposa, Célia Garcia, do momento em que o jovem estudante de engenharia toma parte em ações armadas da Vanguarda Popular Revolucionária de Carlos Lamarca, até sua saída do país, junto com o grupo dos 70 militantes trocados pelo embaixador da Suíça, e posterior exílio na Argélia e na França, terminando com a volta do casal ao Brasil, em 1979, com a Lei da anistia, de cuja comissão Garcia foi presidente.

O filme é simples e didático. O roteiro, escrito por Nascimento em 5 dias num hotel em Gramado, na serra gaúcha, não surpreende e perde o ritmo da metade para o final, abusando dos planos curtos colados em sequência. Quase não há ação e o espectador só toma consciência dos acontecimentos pelos diálogos demasiadamente superficiais e explicativos entre os personagens. Momentos potencialmente dramáticos passam despercebidos e alguns trechos são constrangedores, sobretudo as falas de Cecília, alterego cinematográfico de Célia, que, assim como o protagonista, não convence e não gera empatia no público, que assiste ao filme como quem vê uma peça escolar.

O ponto positivo do longa é a trilha sonora, com direito à participação especial de Vítor Ramil, e também algumas das locações no Rio Grande do Sul, no Marrocos e na França, que, nas palavras do próprio diretor, pretenderam ser fiéis ao cenário onde a história realmente se deu.

A experiência é válida pelo retrato de um período, mas, cinematograficamente, deixa muito a desejar. Além disso, vem num momento delicado, em que a lei de anistia tão comemorada na história é questionada pela sociedade após a polêmica decisão do STF que não cedeu à pressão de grupos internacionais de defesa dos direitos humanos e manteve a impunidade dos agentes do governo acusados de tortura. Entre os muitos filmes que tratam do regime militar, o trabalho de Nascimento não se destaca senão como evidência de que um roteiro descuidado pode ofuscar uma história de vida das mais fascinantes.

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Resenha especial escrita pelo autores convidados Tiago Gautier  ( @el_gauti ) e Viton de Araújo Neto ( @pegaladrao ).

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O Cinezine Histórias de Cinema ( @cinezine ) agradece a disposição dos autores e o convite da Cena Um Produtora para a realização da cobertura da pré-estréia realizada no Unibanco Arteplex Shopping Bourbon Country – Porto Alegre.

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Categoria: resenha de membro

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    1902 - Viagem à Lua, de Georges Méliès e considerado o primeiro filme de ficção-científica, é lançado na França. http://su.pr/2g3TP0

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