(Triplettes de Belleville, Les, 2003)
Direção de Sylvain Chomet, França, 83min
Sinopse
As Bicicletas de Belleville conta a história de um garotinho triste chamado Champion que mora com sua avó, Madame Souza. Procurando fazer a vida do garoto mais feliz, a velhinha o presenteia com um cachorro, mas o animalzinho é logo esquecido pelo menino. Ainda na esperança de motivar a criança, madame Souza descobre ao acaso que o menino tem um grande interesse por bicicletas, e lhe dá uma de presente.
Com o passar dos anos, Madame Souza faz com que seu neto se submeta a um treinamento rigoroso, até o dia em que Champion se torna um grande ciclista, a ponto de participar da competição Tour de France.
Participe
Cinezine acontece no Centro de Inovação Social de Cachoeira do Sul, Rua Quinze de Novembro, 931. O filme começa às 20h e você pode vir de bicicleta numa boa. Depois da sessão haverá bate-papo e jantar de confraternização (traga contribuição em alimentos e a bebida de sua preferência). O filme foi doado por voluntários do projeto "Videoteca Social".
Programação imperdível no Cine Pitangueira desta terça-feira, dia 20 de dezembro: Cidade dos Sonhos(2001), de David Lynch, comentado pelo sociólogo italiano Massimo Canevacci.
Um acidente automobilístico na estrada Mulholland Drive, em Los Angeles, dá início a uma complexa trama que envolve diversos personagens. Rita escapa da colisão, mas perde a memória e sai do local rastejando para se esconder em um edifício residencial que é administrado por Coco. É nesse mesmo prédio que vai morar Betty, uma aspirante a atriz recém-chegada à cidade que conhece Rita e tenta ajudar a nova amiga a descobrir sua identidade. Em outra parte da cidade o cineasta Adam Kesher, após ser espancado pelo amante da esposa, é roubado pelos sinistros irmãos Castigliane.
A agenda fecha a programação de 2011 da sessão semanal de cinema que acontece todas as terças-feiras, na Casa das Máquinas, na Lagoa da Conceição, em Florianópolis.
A sessão começa às 20h e a entrada é franca e livre.
Mais informações pelo telefone (48) 3232-1514 ou através de e-mail para cinepitangueira@gmail.com
Estiveram presentes membros do levante popular da juventude, alunos da rede pública estadual, membro da diretoria do sindicato dos trabalhadores rurais de cachoeira do sul, coordenadoria de juventude do município, vice-presidente de comunicação e tecnologia da oscip defender e o vice-presidente do instituto ecopolis, diego kiefer, aniversariante e facilitador do bate-papo.
A data do próximo encontro ficou definida para 9 de janeiro e está aberta a temporada de sugestões para o filme que será exibido. Você pode acompanhar em áudio, um trecho do bate-papo e enviar suas contribuições em vídeo, áudio, imagem ou texto, para o e-mail ativar@cinezine.com.br
Em uma sociedade onde predominam valores afetivos monogâmicos, algumas pessoas escolhem um arranjo de relacionamentos que está se tornando conhecido como Poliamor.
Documentário que aborda a maneira como uma grande empresa consegue enganar a população mundial, através da mídia e da corrupção dos governos, inserindo seus produtos tóxicos no mercado alimentício, colocando a saúde de milhões de pessoas em risco, contaminando o meio-ambiente, provocando a migração do campo para a cidade, concentrando muito poder na mãos de poucos.
Hoje mais de 90% do mercado de sementes transgênicas pertence à Monsanto. Vários produtos da empresa foram proibidos na Europa e Canadá. Depois de assisti-lo, você nunca mais comerá um transgênico da mesma forma...
O Mundo Segundo a Monsanto
Segunda-feira, 12 de dezembro, 20h Centro de Inovação Social (Casa Pirata)
Rua Quinze de Novembro, 931
Cachoeira do Sul, RS, Brasil
O Cinezine - Cineclube de ideias (www.cinezine.com.br) - de Cachoeira do Sul, apresenta o documentário catarinense "Impasse", dos realizadores Juliana Kroeger e Fernando Evangelista.
Sinopse
Em maio e junho de 2010, milhares de pessoas foram às ruas de Florianópolis para protestar contra o aumento da tarifa do transporte coletivo. Além de cenas que não foram exibidas em nenhum tevê, incluindo flagrantes de violência durante os atos públicos, Impasse revela o que pensam usuários, trabalhadores, especialistas e empresários do transporte.
Após a apresentação do filme haverá um debate sobre mobilidade urbana, mobilização social e alternativas de transporte.
Cinezine - Cineclube de ideias, apresenta:
Impasse
Terça-Feira, 1º de Novembro, 20h, no Centro de Inovação Social (metassocial)
Rua Quinze de Novembro, 931 - Centro - Cachoeira do Sul
Entrada totalmente grátis
Você pode assistir o filme online através da plataforma "Filmes que voam".
Um dia, faz 40 anos, eu estava indo com meu pai para a escola e ele disse: 'Vou te contar um segredo: seu tio Carlos é o Carlos Marighella.
Muito esperado por uma geração da esquerda brasileira, em outubro estreia o documentário Marighella, de Isa Grinspum Ferraz.
Meio século da história do país pode ser contado a partir dos acontecimentos na vida da personagem, ícone comunista: a gênese do comunismo baiano, mulato, o conflito entre integralistas e comunistas, a legalização do Partidão, a clandestinidade, a frustração com Stálin, o golpe militar e, por fim, a luta armada.
O que torna esse Marighella único é o olhar íntimo, de dentro da família. Esse olhar veio da própria Isa, socióloga formada pela USP, que assina a direção e o roteiro do filme:
Tio Carlos era casado com tia Clara. Eles estavam sempre aparecendo e desaparecendo de casa. Era carinhoso, brincalhão, escrevia poemas pra gente. Nunca tinha associado o rosto dele aos cartazes de 'Procura-se' espalhados pela cidade.
A ideia é desfazer o preconceito que até pouco tempo atrás havia contra meu tio. Era um nome amaldiçoado, sinônimo de horror. Além da vida clandestina e do ciclo de prisões e torturas, procuramos mostrar também o poeta, estudioso, amante de samba, praia e futebol, e acima de tudo o grande homem de ideias que ele foi.
Na pesquisa realizada para a obra, surgiram algumas revelações. Clara Charf, companheira de Marighella de 1945 até sua morte - hoje com 86 anos - desenterrou uma pasta que pertencia a ele, na qual aparecem correspondências, mapas e esboços de ações guerrilheiras. A produção também descobriu uma gravação de Marighella para a rádio Havana, de Cuba. Em sua fala tipicamente cadenciada, ele anuncia o rompimento com o Partido Comunista e a adesão à luta armada. Mesma época em que intelectuais europeus como o cineasta francês Jean-Luc Godard passam a enviar remessas de dinheiro em apoio à sua causa.
Marighella encarnava moral e psicologicamente o seu povo. Ele era pobre e não abandonou sua classe.
Já a judia Clara enfrentaria resistência do pai ao assumir o relacionamento, no que acabou se transformando numa versão tropical de "Romeu e Julieta". Ela lembra aos risos:
Carlos era preto, comunista e gói (não judeu), mas era muito doce e, no fim, conquistou a todos.
O rapper Mano Brown também assina música inédita, Marighella, canção que encerra o documentário:
Glauber Rocha sempre escreveu e pensou cinema. Atuante na atividade cineclubista desde 1954, rodou seu primeiro curta, Pátio, em 1957, enquanto pichava palavras de ordem nos muros de Salvador: Você acredita em cinema na Bahia?. Foi por suas mãos que a idéia do Cinema Novo nasceu, quando, num artigo sobre cinema publicado no Suplemento Literário do Jornal do Brasil, em 1960, saudou a nova geração de cineastas que propunha uma nova maneira de fazer cinema no Brasil, rompendo com o modelo estabelecido pela indústria estadunidense e incorporando novas formas de linguagem e estética. A corrente artística do Cinema Novo foi encabeçada por Glauber e seu lema: uma câmera na mão e uma idéia na cabeça. Também em 1960, aproveitando alguns diálogos e copiões já filmados por Luiz Paulino dos Santos, refez o roteiro e assumiu a direção de Barravento, seu primeiro longa-metragem. Estabelecia-se aí um dos maiores ícones do cinema brasileiro, que, em 22 anos de atividade, realizaria 17 filmes.
O Cine Pitangueira homenageia o mito Glauber Rocha, sua arte engajada e sua estética original que alegorizam nossa história, construindo um discurso que dramatiza um dilema que é político e cósmico, que pertence à aldeia e ao mundo, que evoca a história e a profecia, a política e a religião, ora incompreendido, ora louvado, inegavelmente hoje um símbolo pop, no ano em que se somam 30 anos de sua morte.
Uma programação especial de 4 filmes do cineasta baiano, importantes exemplares da filmografia brasileira, exibidos ao longo do mês de setembro: Barravento (1962), O Dragão da Maldade contra o Santo Guerreiro (1968), O leão de sete cabeças (1971 – cópia restaurada a partir de consórcio entre a Associação Baiana de Cinema e Vídeo, Secult-BA, Cinemateca Brasileira e Tempo Glauber) e A Idade da Terra (1980).
Barravento, de Glauber Rocha, 1962, Ficção, 74’
Numa aldeia de pescadores de Xeréu, cujos antepassados vieram da África como escravos, permanecem antigos cultos místicos ligados ao candomblé. Firmino é um antigo morador que foi para Salvador na tentativa de escapar da pobreza. Ao retornar ele sente atração por Cota, ao mesmo tempo em que não consegue esquecer sua antiga paixão, Naína, que, por sua vez, gosta de Aruã. Firmino encomenda um despacho contra Aruã, que não é atingido. O alvo termina sendo a própria aldeia, que passa a ser impedida de pescar.
O QUE: Sessão Cine Pitangueira
QUANDO: terça-feira, 06 de Setembro, às 19h
ONDE: Casa das Máquinas - Praça Bento Silvério, Lagoa da Conceição
QUANTO: Entrada franca e livre
REALIZAÇÃO: Cinemateca Catarinense, Prefeitura Municipal de Florianópolis, Funcine, Fundação Franklin Cascaes - Casa das Máquinas
CONTATOS:
Cinemateca Catarinense (48) 3224.7239
Casa das Máquinas (48) 3232.1514
cinepitangueira@gmail.com
contato@cinematecacatarinense.org
casadasmaquinaslagoa@gmail.com www.cinematecacatarinense.org
Tem estreia nacional no dia 02 de setembo: O Homem do Futuro, uma comédia romântica sobre amor e arrependimento. Quem já não quis voltar ao passado e consertar algo que fez de errado na vida? Um filme que promete ser pop, regado a rock and roll e alguns temperos de ficção científica.
Zero é um cientista brilhante e solitário que acredita ser infeliz porque há 20 anos foi humilhado pelo grande amor da sua vida. Ao tentar criar uma forma revolucionária de energia, volta acidentalmente ao passado e se vê diante da chance de encontrar a si mesmo (20 anos mais jovem) e "corrigir" os erros de sua própria vida. Tentar manipular os caminhos do tempo é mais difícil e confuso do que possa parecer.
Com os estrelados Wagner Moura (Zero), Alinne Moraes (Helena), Maria Luisa Mendonça (Sandra), Gabriel Braga Nunes (Ricardo) e Fernando Ceylão (Otávio), o filme tem direção e roteiro de Cláudio Torres (A Mulher Invisível). O diretor afirma, inclusive, que O Homem do Futuro é filho de A Mulher Invisível: ele nasceu especificamente de uma cena onde Selton Mello contracenava com ele mesmo e denunciava o mecanismo pelo qual a mulher invisível aparecia. Percebi que ali tinha um assunto interessante para trabalhar e queria fazer um filme onde um mesmo ator contracenasse com outras versões dele próprio.
Cláudio Torres promete que o filme vai conquistar a audiência.
Sempre tem uma boa notícia. Quer ir ao cinema com o @cinezine para a estreia de O Homem do Futuro? Olha aí como é simples:
É só seguir o @cinezine e tuitar a frase da promo: "Quero ir ao cinema com o @cinezine assistir #ohomemdofuturo: http://bit.ly/oKcgWC"
Os ingressos serão sorteados na quinta-feira, dia 01. Boa sorte!
Update: E quem levou um par de ingressos para assistir @_ohomemdofuturo com o @cinezine + uma camiseta exclusiva do filme foi a @eericarocha. Parabéns! Entraremos em contato para combinar a entrega dos seus ingressos. :)
O encerramento da 10ª Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis será com o show "Música de Brinquedo", da banda mineira Pato Fu, que conquista adultos e crianças com uma estética musical inusitada. Sete músicos formam uma miniorquestra de sons diferentes, com o uso de instrumentos de brinquedo, miniaturas, brinquedinhos, xilofone, kalimba e escaleta, além de cavaquinho, glockenspiel de latão e kazoo de plástico.
O espetáculo cênico musical do Pato Fu, composto por Fernanda Takai, John Ulhoa, Ricardo Koctus, Xande Tamietti e Lulu Camargo, tem a participação do Grupo Giramundo. A apresentação reproduz, em arranjos originais, conhecidas canções do repertório pop nacional e internacional.
Entre as canções, Primavera (Tim Maia), Live and Let Die (Paul e Linda McCartney), Ovelha Negra (Rita Lee), Love me Tender (Elvis Presley/Vera Matson) e Frevo Mulher (Zé Ramalho). O show está previsto para o encerramento da Mostra, no dia 10 de julho, no Teatro Pedro Ivo.