Existem muitas formas de se viver. Levar a vida através da arte é a escolha feita pelos personagens destes seis vigorosos documentários. A seleção de documentários “Caleidoscópio das artes” apresenta as reflexões de dez importantes artistas plásticos brasileiros acerca de seus trabalhos, anseios, influências, desejos, manifestos e lutas.
Numa harmoniosa interação, os cineastas imprimem em imagens e sons suas impressões sobre as primeiras expressões plásticas, inventando novas obras com seus personagens e fazendo da arte também sua escolha de vida.
O QUÊ: DocBrasil – “Caleidoscópio das Artes” QUANDO: dia 16 de julho, às 19 horas ONDE: Fundação Cultural Badesc. Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis, fone (48) 3224-8846 QUANTO: Entrada franca
PROGRAMAÇÃO
Ver ouvir (Antônio Carlos da Fontoura, RJ, 1966, 20 minutos) A pintura fala através do trabalho de três artistas: Roberto Magalhães, Antonio Dias e Rubens Gerchman – simplesmente devastadores na visualidade pop com que, em suas obras, transmutam a cacofonia da cidade contemporânea. Paraíso Juarez (Thomas Farkas, SP, 1971, 6 minutos) O pintor Juarez Paraíso descreve a montagem de painéis na entrada do Cinema Tupi, em Salvador, explica seu significado e justifica suas posições acerca da comunicação entre os homens. Com a venda do cinema, essa decoração foi totalmente destruída. Milton Dacosta - Íntimas construções (Mário Carneiro, RJ, 1998, 21 minutos) O artista plástico Milton Dacosta – pintor, desenhista e gravador – é um dos maiores expoentes da arte moderna brasileira. O filme apresenta suas principais fases e seu convívio com artistas essenciais nas décadas de 1930 a 1970. Alexandre Dacosta, seu filho, narra e interpreta os acontecimentos. Mondego (Christian Caselli, RJ, 2007, 9 minutos) Uma imagem vale mais do que mil palavras? Veja isso neste documentário não-realista sobre o pintor maranhense Edson Mondego. Spray-jet (Ana Maria Magalhães, RJ, 1985, 14 minutos) Três pintores urbanos brasileiros – Leonilson, Ciro Cozzolino e Leda Catunda –, munidos de sprays ou usando técnicas e materiais originais, revelam, em seus depoimentos, os diversos caminhos da criação artística individual ou coletiva e discutem a arte conceitual e o renascimento da pintura. O capeta Carybé (Agnaldo Siri Azevedo, BA, 1996, 22 minutos) O filme revela a enorme integração da vida e da obra de Carybé com a cidade de Salvador e o que a Bahia tem em sua essência, bem registrados em seus quadros e murais. A trajetória e a vida do artista plástico desde que se fixou na capital baiana em 1938, a partir do texto homônimo de Jorge Amado.Agnaldo Siri Azevedo, Ana Maria Magalhães, Antônio Carlos da Fontoura, Caleidoscópio das Artes, Christian Caselli, docbrasil, entrada franca, florianópolis, floripa, Fundação Cultural Badesc, Mário Carneiro, Thomas Farkas





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