Florianópolis: Mostra de Cinema Brasileiro

De 1º a 20 de junho, no Cine Clube Sol da Terra ou no Auditório Henrique Fontes (CCE/UFSC), sempre às 19h30, serão exibidos filmes brasileiros em película, recentemente restaurado pela Cinemateca Brasileira. A mostra é feita em parceria com o Curso de Cinema da UFSC. Depois dos filmes haverão debates. Entrada gratuita, sujeita a lotação (senhas 30min antes do filme)

Informações : soldaterra.com.br

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Nota do editor: Cara! Finalmente um mostra poderosa em floripa, vamos comemorar com nossa presença. Você, eu e nossos amigos.

Documentário “Fela Kuti: Music is the Weapon” no Cine Paredão, sexta-feira na UFSC

Fela Anikulapo Kuti é para a música africana o que Bob Marley é para o reggae: Seu profeta. Todas as formas atuais de "Black Music" (do funk ao eletrônico) devem algo ao groove irresistível que ele criou: o Afrobeat. Durante sua vida, Fela nunca parou de gravar: Mais de 60 álbuns, todos míticos. Toda a sua carreira ele lutou contra a corrupção política no seu país de origem, a Nigéria, e foi muito querido por seu povo, que carinhosamente o chamava de "Presidente Negro"... até 1997, quando ele morreu de Aids aos 58 anos. Dirigido em 1982 por Stéphane Tchal Gadjieff e Jean-Jacques Flori, "Music Is The Weapon" é o documentário definitivo sobre Fela. Um filme essencial a todos que querem conhecer melhor um artista no coração da história musical africana.

Filmado em Lagos, o filme nos leva desde a "República Kalakuta" à mítica casa noturna "Shrine". No auge de sua carreira numa Nigéria caótica, Fela quis concorrer à Presidência. O exército respondeu atacando sua comunidade, violentando suas mulheres e arremessando sua mãe de uma janela, o que a levou à morte pouco depois. Após mais um período na prisão, mais determinado do que nunca e rodeado de seu povo, Fela transmite à camera seus pensamentos políticos, de panafricanismo, política e religião.

sexta, 27 de maio, nas colinas do bosque no CFH/UFSC.
Em caso de chuva a exibição será no auditório.
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Amanhã: Exibição do documentário “Modernos do Sul” na UFSC

O documentário "Modernos do Sul" (2004), uma produção da Contraponto dirigida por Kátia Klock, será exibido na programação da V Semana Acadêmica de Letras, como parte da atividade “Uma jornada com o Grupo Sul: vanguarda e identidade cultural em Santa Catarina”. A sessão acontece no dia 24 de maio, às 17h30, na Sala Drummond - que fica no Bloco B do Centro de Comunicação e Expressão (CCE) da UFSC.

“Modernos do Sul” trata a chegada do Modernismo em Santa Catarina nos anos 1940, através de um grupo de intelectuais. De 1947 a 58, o Círculo de Arte Moderna, conhecido mais tarde como Grupo Sul, publicou a revista SUL, editou livros, encenou peças teatrais, promoveu exposições de arte, fundou o primeiro clube de cinema catarinense e foi o pioneiro na sétima arte, realizando o primeiro longa-metragem do estado, “O Preço da Ilusão”. O filme conta a história de um tempo e de um coletivo que tinha um sonho: democratizar a cultura.

Sessão do Documentário "Mordernos do Sul" no CCE/UFSC
Sala Drummond
24/05 às 17h30
Grátis

Cine Pitangueira exibe filmografia de Maria Emília de Azevedo

Quatro curtas da diretora Maria Emília de Azevedo estão em cartaz na sessão das 19h desta terça-feira (24) do Cineclube Pitangueira, no Casarão da Lagoa. Serão exibidos Alva Paixão, Roda dos Expostos, Um Tiro na Asa e A Coroa. A diretora conversa com o público após a exibição dos filmes.

Alva Paixão retrata o poeta simbolista Cruz e Sousa. Tísico, cansado, e envelhecido precocemente, João da Cruz e Sousa confia ao amigo Nestor Victor os últimos sonetos, que seriam publicados postumamente em Paris.

Roda dos Expostos aborda o instrumento da Idade Média, que dá nome ao filme, em que os bebês, frutos de uma gravidez indesejada, eram abandonados.

Um Tiro na Asa é sobre Antônio, que recebe diariamente ameaças pela internet de um ex-torturador do regime militar.

A Coroa traz um personagem feminino: Ditinha desvia-se do seu caminho e troca uma coroa de flores por um vestido florido, e pela promessa de finalmente viver seu grande amor.

Para a sessão da tarde, às 15h, indicada para crianças, estão previstos os curtas Minha Rainha, Godofredo, o Rádio e Campeonato de Pescaria. O Cineclube Pitangueira é uma realização da Cinemateca Catarinense e do Fundo Municipal de Cinema com o apoio da Prefeitura. Municipal de Florianópolis e da Fundação Franklin Cascaes.

Cine Pitangueira exibe curtas para crianças, às 15h, e quatro filmes de Maria Emília de Azevedo, às 19h.
Terça-feira, 24 de maio.
Casa das Máquinas do Casarão da Lagoa. Praça Bento Silvério, Lagoa da Conceição, Florianópolis.
Grátis

POA: Ato de Vida, de Juan Zapata. Domingo na cultura.

“O primeiro olhar de uma criança sobre o mundo. Os primeiros momentos de vida. O primeiro encontro entre mãe e filho. Tudo isso gravado em um vídeo.”

O filme “Ato de Vida”, mais recente produção documental de Juan Zapata, será lançado em DVD no próximo domingo (22 de maio) no auditório da Livraria Cultura às 17h30. exibição do filme seguida de uma conversa com Juan Zapata (diretor) e Susana Pacheco

O longa-metragem que estreou, em 2009, simultaneamente em três países da América Latina (Brasil, Colômbia e Equador), conta a história de Susana Pacheco, uma mulher que trabalha com filmagens de parto na cidade de Pelotas, registrando o momento único do nascimento.

22 de maio (domingo) - 17h30
Auditório Livraria Cultura - Bourbon Country
Avenida Túlio de Rose, 80 – Passo da Areia

Hoje é o dia mundial do curta metragem

Hoje é o dia mundial do curta metragem. Existe uma lista imensa de filmes curtos que podemos refletir, conversar, sorrir e chorar com eles. Hoje escolhi um curta metragem me deixou emocionado principalmente pela pertinência que o tema tem representado na minha vida nos últimos meses, A Bicicleta!

Le vélo de papi fait de la résistance

Le vélo de papi fait de la résistance

Bom filme. Divulgue um curta!

Amor?

Amor? é um filme, uma pesquisa, uma busca por uma resposta. Um mergulho no íntimo de 8 histórias reais que inspiraram o filme. Amor? é uma dúvida que faz você refletir se realmente aprendeu como se ama alguém (ou você mesmë). Amor?, novo longa-metragem de João Jardim (de Janela da Alma e Pro Dia Nascer Feliz e Lixo Extraordinário). Espécie de híbrido entre documentário e ficção, Amor? é um filme, como bem define o diretor, “sobre eu você e todos nós.”

O tema, e foco, de Amor? são as relações amorosas que são pautadas pela violência, seja qual a forma em que ela se apresenta. Entremeado por cenas poéticas de um mergulho no mar, um banho despretensioso, corpos que se procuram e se tocam, o filme traz relatos verdadeiros e surpreendentes quem já viveu relacionamentos em que a violência era parte de um cotidiano muitas vezes doentio e outras vezes foi a pedra de toque para o despertar de uma nova fase.

No entanto, devido à delicadeza do tema, em vez de revelar as identidades de seus entrevistados, Amor? traz atores e atrizes interpretando estes depoimentos. “São relatos muito sinceros de pessoas que viveram situações que envolvem ciúmes, culpa, paixão e poder. Até pensei em mostrar os verdadeiros personagens na tela, mas, além da privacidade de cada um, havia a privacidade do parceiro de quem falavam”, conta Jardim. “Além disso, havia também questões legais. Poderíamos ou não expor estas pessoas à esta situação? Então, optei por convidar atores. Por isso, Amor? não é um documentário. Nem ficção. É impossível de classificá-lo.”

Dia 15 de abril nos cinemas, eu vou.

Estreia do filme “A Antropóloga”

A Antropóloga estreia dia 29 de abril colocando em cena misticismo ilhéu

Bruxos e bruxas, vampiros, lobisomens, anjos e demônios são personagens em alta na ficção contemporânea. Vieram do imaginário das mais diversas culturas para as telas do cinema cumprindo o gasto papel dos tradicionais heróis e vilões da indústria do entretenimento. Movido por um visível interesse afetivo pela cultura ilhoa, Zeca Pires, diretor do Departamento Artístico-Cultural da UFSC, não cedeu às fórmulas fáceis do mercado: inscreveu o universo mágico ilhéu nessa onda mística com o cuidado científico de um antropólogo e a delicadeza poética de um cineasta. Seu aguardado longa-metragem A antropóloga, que estreia no dia 29 de abril em todas as salas comerciais de Florianópolis, tem todos os ingredientes de um suspense, mas é, na verdade, um filme de mistério. Vencedora do Edital da Fundação Catarinense de Cultura de 2003, a obra preserva, pela ambiguidade e sutileza, o silêncio respeitoso pelo mundo inapreensível do sagrado.

O respeito ao mistério tira A Antropóloga do lugar-comum das ficções que tratam o universo simbólico como espelho da realidade, onde as entidades sobrenaturais servem de meras caricaturas para a reencenação maniqueísta da luta entre o bem e o mal. No drama de Carolina (Rafaela Barcelos), a menina com suspeita de empresamento bruxólico, o eterno embate entre o bem e o mal se faz presente, sobretudo no confronto final entre a antropóloga e a bruxa, mas está cercado de ambiguidades e contradições.

A exemplo das grandes obras de mistério, assinadas por autores do talento de Edgard Allan Poe, Henry James ou o cineasta Roman Polansky, A Antropóloga coloca o espectador em contato com o sobrenatural sem dar a chave do segredo. O enredo transita sutilmente entre a explicação científica para o desenlace dos fatos e a abertura para o campo do inexplicável, que abala o ceticismo cientificista inicial da pesquisadora portuguesa. Em seu trabalho de campo na Costa da Lagoa, Malu se depara com uma miríade de indícios e relatos de magia que acaba associando aos registros do antropólogo ilhéu Franklin Cascaes e ao drama da menina. Como o pai Adriano (Luige Cútulo), que apesar de médico recorre à magia para salvar a filha, o abismo da morte desinstala a cientista das convenções acadêmicas.

Assim, a leitura do filme passa por várias camadas de interpretação que vão da mais racional a mais sensorial e nos dão conta de que todas transitam igualmente no mundo das possibilidades do simbólico. Nenhuma é capaz de fechar a porta do mistério e desestimular o espectador a uma nova leitura. Em seu célebre comentário aos poemas de Caproni, o filósofo italiano Giorgio Agamben fala da res amissa como o sentimento da coisa perdida, algo que possuímos tão intensamente que perdemos a consciência da sua presença e por isso se tornou inapreensível. Essa coisa do plano do invisível e do imaginário mais intocado da sua gente que Zeca Pires tenta evocar como matérias do sagrado que não podem ser consumidas pelo fogo do espetáculo.

Raquel Wandelli, assessora de Comunicação da SeCArte/UFSC

Lançamento do filme A Antropóloga, de Zeca Nunes Pires

Dia 29 de abril de 2011
Salas comerciais de Florianópolis

Sobre A Antropóloga:
http://www.aantropologa.com.br
http://twitter.com/aantropologa
http://antropologaofilme.wordpress.com

Sobre a bondade humana em “Amarelo Manga”

"Ninguém é inocente
Há muito tempo se perdeu a esperança nos homens. O castigo urge e grita aos 7 cantos. Os humanistas de beira de púlpito se apiedam de suas próprias almas pois é justamente no orgulho da bondade que reside o maior de todos os pecados.
O homem morre
O mundo se extingue
E as chamas se consomem mas a soberba acompanha o vazio..."

As inscrições para o 15º Florianópolis Audiovisual Mercosul – FAM2011 estão abertas até 9 de março

No aniversário de 15 anos do FAM o festival ganhou a Mostra Catarinense, exclusiva para a divulgação da produção de curtas-metragens catarinenses; Consolidou uma janela dedicada ao documentário de média e longa-metragem, transformando o Extra-FAM em Mostra Doc-FAM; Tornou a Mostra de Curtas Mercosul, uma mostra independente do suporte (Digital e 35mm); E manteve a certeza da importância da Mostra Infanto-Juvenil, com exibiçaõ em 35mm e digital e todas as durações.

São quatro mostras com inscrições abertas, todas de caráter competitivo. Conheça as principais características das mostras:

Mostra Catarinense, uma janela exclusiva para a divulgação do trabalho de Santa Catarina, até 30 minutos de duração, exibição em suporte digital.

Mostra de Curtas Mercosul (35mm e digital), todas as categorias, até 30 minutos de duração, exibição em suporte digital e 35mm.

Mostra Doc-FAM, um espaço exclusivo para documentários, com duração supeiror a 30 minutos (Médias e Longas metragens), exibição em suporte digital.

Mostra Infanto-Juvenil, dedicada a temática infanto-juvenil, todas as categorias e duração, exibição em suporte digital e 35mm.

A novidade na premiação fica por conta das parcerias internacionais. Os premiados do FAM2011 serão exibidos pelos festivais parceiros como o Festival Latino-Americano de Trieste (Itália) e o Festival Internacional e Cortometrajens del Cusco (Perú).

Regulamento e ficha de inscrição em www.panvision.com.br.

Acompanhe as novidades do festival pelo blog: www.audiovisualmercosul.blogspot.com

Dúvidas? Escreva para mostra@panvision.com.br

Quer conhecer mais sobre a última edição do festival? Acesse nosso canal no youtube e veja os clips do ano passado: www.youtube.com/user/audiovisualmercosul


Rizoma