Grupo de estudos em cinema lança curta-metragem no interior do Paraná

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No filme, personagens vivem várias fases vida ao redor de um ‘mesmo’ lugar

“Antes de entrar no elevador, certifique-se que o mesmo encontra-se neste andar.” Essa frase, que pode ser vista em paredes de elevador, tão perturbadora para alguns, inspirou o grupo de estudos em cinema Curta Acadêmico, formado no Centro Universitário de União da Vitória (Uniuv), a criar o filme curta-metragem intitulado O Mesmo. O filme será lançado na quinta-feira, 20, com exibição na Sala de Eventos da Uniuv, em três horários, às 19h, 21h e 21h30; no Cine Teatro Luz o filme será exibido antes do filme que estiver em cartaz, nos domingos, 23 e 30 de novembro, às 20h.

Na frase do elevador, o emprego da expressão “o mesmo” não está correta, pois substitui um pronome de forma errada, segundo a professora Fahena Porto Horbatiuk. De acordo com o grupo de estudos Curta Acadêmico, a idéia do filme surgiu da indagação de qual a melhor maneira de demonstrar a utilização da palavra ‘mesmo’, que tem conotação de semelhança.

O curta tem aproximadamente 20 minutos de duração, e promete surpresas e suspense. A história ocorre em torno de um elevador, e a cada andar que ele para é uma fase da vida dos personagens.

A história é protagonizada pelos atores Lício Ferreira e Cíntia Calegari, da empresa Cênica Artes e Eventos. Lício e Cíntia participaram do filme Mistéryos, de Beto Carminati e Pedro Merege, que ainda não foi lançado no Brasil, mas foi apresentado na 32ª edição do Festival Internacional de Cinema de São Paulo. Stefhani Rosseto e Alexandre Neto fazem uma participação especial, interpretando a fase pré-adolescente dos protagonistas.

O grupo de estudos em cinema Curta Acadêmico é formado pelo técnico do laboratório de TV e cinema da Uniuv Wagner Bohn, que dirigiu o curta-metragem; pela jornalista Karine Livian Fryder Bohn; pela acadêmica do quarto semestre de Publicidade e Propaganda da Uniuv, Vanessa Kovalczuk; pela acadêmica do segundo semestre de Publicidade e Propaganda da Uniuv, Kiara Domit; pelo acadêmico do quinto ano de Administração da Uniuv, Luis Fernando Chinkevicz; e pelo acadêmico do terceiro ano de Jornalismo da Uniuv, Rodrigo Seccon; que trabalharam na produção do filme.

Desde junho até o início de outubro o curta-metragem foi tomando forma. Durante as reuniões realizadas às terças-feiras, após as aulas, surgiram as idéias e foi feito o roteiro da produção. “Criamos a história e a roteirização. As gravações vieram na sequência”, conta o diretor. Para Rodrigo Seccon, o mais difícil nesse tipo de trabalho é a roteirização. “Foi uma experiência muito importante para nós que participamos em todo esse processo, até a finalização do curta-metragem. Creio que as pessoas vão gostar do conteúdo do filme”, avalia.

Toda a produção teve um custo aproximado de R$ 5 mil, e tem apoio de várias pessoas, empresas e instituições, entre eles o Centro de Estudos de Engenharia e Madeira (Cemad), da Uniuv. Os acadêmicos do curso de Engenharia Industrial da Madeira, supervisionados pelo professor Roberto Pedro Bom, construíram um elevador desmontável, com chapas de compensado, para que fosse possível a gravação interna.

Para divulgar a exibição do filme, na Uniuv, a equipe do Curta Acadêmico vai montar um cenário no hall de entrada da Instituição, com o objetivo de instigar a curiosidade do público.

O gênero curta-metragem surgiu nos Estados Unidos, na década de 1910. Esse formato está em expansão no País, desde a década de 1970, com diversos concursos surgindo anualmente para a revelação de novos talentos. Esse formato é muito utilizado para a produção de animações, tem sido utilizado para documentários e filmes experimentais.

Serviço

Curta-metragem: O Mesmo
Local: Sala de Eventos da Uniuv
União da Vitória - PR
Data: 20 de novembro (quinta-feira)
Horário: 19h, 21h e 21h30
Entrada: gratuita

Local: Cine Teatro Luz
Data: 23 e 30 de novembro (domingo)
Horário: 20h (antes do filme que estiver em cartaz)

Saiba mais sobre o grupo Curta Acadêmico no blog: http://curtacademico.blogspot.com

Curtas catarinenses no bar Lilo 22 em Florianópolis

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http://lh5.ggpht.com/_1mH7Iwxoeqk/SRXZKKB3viI/AAAAAAAAAWM/39ICT7pdUWg/s400/CONVITE%20EXIBI%C3%87%C3%83O%20CURTAS.jpg

O bar Lilo 22 vai receber os pessoal dos cursos de cinema digital da Câmera Olho Filmes e Produções. (Ótimo nome por sinal, em referência ao movimento iniciado por Dziga Vertov). Serão exibidos dois curtas, Superávit e O rei do mercado, depois do filmes muito bate-papo e cervejinhas.

O cinezine estará presente e postará reviews do evento através do twitter, basta seguir @cinezine.
Vejo você por lá.

Resenha do evento: Festival Cinema Noise - Filmes e documentários de rock

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Bom pessoal, eu só pude vir hoje, no quarto dia do evento. Conversando com o pessoal do Plasticine Clube, fiquei sabendo que domingo quase faltam lugares. Também né, com o Botinada, ratiei e não vim.

Na sessão de hoje apesar da chuva até que rolou um bom público, certa de 30 pessoas. Como é de tradição das exibições do cineclube, trouxe cervejas. Confesso que tomar algumas durante o filme é sem dúvida uma experiência singular, você curte o filme em uma outra vibração.

A Balada Sangrenta do Jimmy Cliff foi bem peculiar, pela tosqueira principalmente, pensei tratar-se de um filme de Peter Biesdorf, um clássico catarinense. Seguido pelo igualmente tosco e industrial alemão do Einstürzende Neubauten: Halber Mensch: 1985, bizarro, mas muito sonoro. Um monte de gente saiu da sala neste momento.

Intervalinho, onde twittei no meio de um monte de burguês que esperam a peça de teatro, fantasiados como na belle epoque.

Em seguida começou o documentário sobre o rural rock fest, olha até fiquei com vontade de ir ao festival, certamente na próxima edição do festival estarei presente, mas com certeza não foi pelo discursos apaixonados dos músicos e organizadores do evento, pela áurea de rock’n'roll tão rara nos últimos tempos em eventos como este no meio do mato.

Finalizei a noite com o documentário da Banda Repolho de Chapecó. No princípio pensei se tratar de algum grave erro de edição, mas quando o cara soltou o termo “colonagem cibernética” eu entendi absolutamente tudo, Tudo. Participações do Senhor F, Marcelo Birk e outros retardados que eu não reconheci.

Vim aqui pro café matisse tomar mais umas cervejas, postar e encarar a chuva de florianópolis.
Obrigado Plasticine.

festival de cinema e rock’n'roll

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Quarta Feira, 01 de outubro
17:30 A Harder They Come (Perry Henzel, 1972, 103′)
19:15 Música de trabalho (Daniel Dias, 2003, 80′)
20:35 Rural Rock Fest 2008- (Antônio Rossa,2008,24’)
21:00 Repolho - Música sem Parar (Silvia Biehl, 2004, 26′)
21:30 Sons de uma Noite de Verão: A Retomada do Ska no Brasil (Daniel Pereira e Felipe Machado, 2007, 70′)

muito bom, tiveram algumas modificações na programação devido aos problemas encontrados em algumas cópias, mas ok.
ficarei até o final, se sobrevivi ao som industrial alemão sobrevivo a qualquer coisa :) auhahuahua
Plasticine clube mais uma vez mandando ver na bizarreira.

cinezine no programa rodavida da tv cultura

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Image of cinezine from Twitter

Image of cinezine

Oi pessoal, estivemos no programa roda viva da tv cultura, participando como twitteiros.
Em breve relatos da Larissa Menon, Jussara Leite, Mariana Costa e meus Tiago Machado.

A sim, o entevistado foi o Wagner Moura. Veja como foi o troca-troca on-line.

Participantes ao vivo.

@fugita
Alexandre Fugita é desses tipos hiper-conectado, que não deixa nenhuma novidade da internet passar em branco. Assim foi com o twitter. @fugita foi criado em março de 2007, bem antes da ferramenta ficar conhecida como é hoje no país. Analista de mídias sociais de uma agência de comunicação, Fugita tem grande parte de sua vida relacionada à internet. É membro das principais redes sociais da rede (Flickr, Youtube, Facebook, Linkedin, Digg e Via6) e mantém dois blogs, um sobre tecnologia e outro sobre cinema. No Twitter, faz uso mais profissional do que pessoal, com posts sobre eventos, sites, ferramentas e iniciativas interessantes.

@cinezine
Estudante do terceiro ano de Rádio e TV da Cásper Líbero, Larissa Menon (@lariica) é integrante do Cinezine, blog coletivo sobre cinema, que dá dica de filmes, cursos, festivais e leitura sobre as artes audiovisuais. Como a maioria dos usuários do twitter, Larissa também é usuária de outras (muitas) redes sociais) - Facebook, Flickr, Youtube,MySpace; LastFM e fóruns sobre assuntos diversos. Além de escrever no Cinezine, mantém um blog pessoal onde divide com o resto do mundo suas impressões sobre os fatos e seus assuntos de interesse. No Twitter há cerca de um ano, procura seguir blogueiros e estudantes de comunicação, para ficar a par do que está acontecendo na internet.

@vmambrini
Jornalista em veículo impresso, Verônica também se interessa pela internet e as novas formas de interação que ela proporciona. Escreve para o site Digestivo Cultural desde 2006 e mantém o blog A Dupla Vida de Veronique. Além disso, passa o dia conectada à redes como Linkedin, Orkut, Blip e LastFM e testa todas as novas ferramentas que lhe parecem interessantes. Membro do Twitter há seis meses, procura seguir blogueiros e pessoas de relevância na internet, para ficar a par do que acontece na rede.

CRUZ E SOUSA na semana de arte ousada

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Boa pedida da Semana Ousada de Arte UFSC/Udesc: Cruz e Sousa - A volta de um desterrado. Documentário de Cláudia Cárdenas e Rafael Schlichting traz um olhar revelador sobre a sina do poeta simbolista, que deixou a sua Desterro vítima do preconceito pela sua cor e cujos restos retornam à sua terra natal num episódio nebuloso envolvendo jogo político e a pirotecnia de um governante defensor da ‘eugenia’. O doc se atém a todo este enredo que culminou com o traslado da ossada do poeta catarinense. Nem no seu descanso, o Cisne Negro da literatura brasileira desfruta de paz. O vídeo é narrado apenas com fragmentos dos poemas Emparedado e Marche aux Flambeau, de Cruz e Sousa, na voz de Fernando Scheibe.

25/9, às 11hs no Auditório da Reitoria

Plasticine Clube apresenta Mostra de Curtas e Animações do Leste Europeu

atividades, cineclubismo 01 apenas

Sábado - 19/julho 19:30 - POLÔNIA
Domingo - 20/julho 19:30 - RÚSSIA

MIS – SC (CIC)
Av Governador Irineu Bornhausen, 5600
plasticine.clube@gmail.com

apoio: gazetka polska + museu da imageme do som + loja cérebro

programação completa:

Sábado —- [Polônia]

Przygoda Czlowieka Poczciwego (The Adventure of a Good Citizen) - Stefan and Franciszka Themerson -1937 (8’)

The Eye And The Ear - Stefan and Franciszka Themerson – 1944 (10’)
Experimentações visuais com músicas de Karol Szymanowski.

Kwadrat - Zbigniew Rybczyński – 1972 (4’40’)
Intensivo trabalho utilizando fotografia e animação.

Mein Fenster (Minha Janela) - Zbigniew Rybczyński - 1979 (2’26)

Nowa Książka ( Novo livro) - Zbigniew Rybczyński – 1975 (10’26)
Precursor da utilização do “time-code”. O filme é dividido em nove telas, que contam histórias independentes. São oito câmeras estáticas e uma câmera dentro de um ônibus em movimento.

The Day Before - Zbigniew Rybczyński – 1984 (1’38”)

Święto (Férias) - Zbigniew Rybczyński – 1976 (9’38)
Um “documentário” da rotina e de atividades sem sentido, com gestos vazios e automáticos.

The Discreet Charm Of The Diplomacy - Zbigniew Rybczyński – 1984

Zupa (Sopa) - Zbigniew Rybczyński – 1974 (8’)
Um sonho surreal se transforma numa terrível realidade, mostrada através de um foco incomum, através de uma escova de dente no interior da boca!

Schody (Steps) - Zbigniew Rybczyński - 1987 (24’40) Um grupo de turistas da década de 80 viaja no tempo ao entrar, em uma cena clássica do filme “O Encouraçado Potemkin”, de Eisenstein, 1925. Na escadaria de Odessa, os turistas, em cores, interagem com os personagens e cenário do filme, em p&b. Enquanto observam, comem hambúrgueres e fotografam, com tranqüilidade, observam o povo inocente ser massacrado pelo batalhão de soldados.

Tango - Zbigniew Rybczynski – 1982 (8’)
Um tango absurdo do cotidiano. Trinta e seis personagens interagem num quarto.

Dom (House) - Walerian Borowczyk e Jan Lenica – 1958 (12’)
Composição de episódios absurdos através de várias técnicas de animação (cut-outs, pixilation and object animation).

Les Astronautes - Walerian Borowczyk e Chris Marker - 1959 (14’)
várias técnicas de animação, desenhos e gravuras antigas se intercalam criando um engraçado filme de ficção cientifica sobre uma viagem espacial.

Parada - Jerzy Kucia – 1986 (14’)
Os terrenos da civilização, por meio de elementos ordinários, são transpostos de modo pervertido para criar uma história contemporânea.

Strojenie Instrumentow (Instrumentos em afinação) - Jerzy Kucia – 2000 (16’)
Um estudo da psicologia de um ser humano e sua experiência no contexto de situações cotidianas. Um lamento pela passagem do tempo, apresentado na forma de uma sinfonia de imagem e som.

Nowy Janko muzykant (Nova Janko, o músico)- Jan Lenica – 1961 (10’26”)

Czarny Kapturek - Piotr Dumala – 1983

Franz Kafka - Piotr Dumala – 1992 (16’)
A animação apresenta vários anos da vida de Franz Kafka.

Lagodna (Gentle Spirit) - Piotr Dumala 1986 (12’)
Adaptação da história “A Dócil” de Fyodor Dostoevsky. Dumala utiliza técnica com placas de gesso para compor a história.

Wolnosc nogi (Freedom of the leg) - Piotr Dumala – 1988
Um homem rompe-se em pedaços e seus fragmentos começam a ter uma vida independente.

Une mission éphémère - Kamler Piotr – 1993 (9’)
P&B, com música de Bernard Parmegiani.

Wszystko jest liczba (Tudo é um número) - Stefan Schabenbeck – 1966 (7’)
Uma avalanche de números e figuras geométricas.

Stary kowboj (velho cowboy) - Witold Giersz – 1963 (8’ 13’)
Um cavalheiro de cabelo branco perambula por uma pradaria recordando sua juventude.

Undo - Marcin Wasko – 2003 (2’46)
Um homem encontra um livro e neste livro contém a história de sua própria vida. Ele tenta mudar isso, mas, alterando o livro, ele vai mudar a sua vida?

Domingo —– [Rússia e República Checa]

Rússia:

Le Nez (“O Nariz”) - Alexander Alexeieff-Claire Parker – 1963 (12’)
Um curta-metragem baseado num conto de Nikolai Gogol.

Vtoroe Ya (“Meu alterego”) - Nina Shorina – 1989 (9’)
Estudos sobre a relação entre a arte e o cotidiano através de um auto-retrato.

Au Bout du Monde (“No fim do mundo”) - Konstantin Bronzit – 1999 (8’)
Para grande incômodo de seus moradores, uma casa construída no topo de um morro balança, alternadamente, da esquerda para a direita.

Pacifier - Konstantin Bronzit – 1994 (1’)

Die Hard - Konstantin Bronzit – 1997 (1’20)
Uma paródia ao filme Duro de Matar.

Fare Well !! - Konstantin Bronzit - 1993 (2’)
Um gato sem o seu jantar!

Lavatory Lovestory - Konstantin Bronzit – 2007 (10’)
O amor é sempre repentino. Ninguém se surpreende quando este acontece no trabalho.

The God - Konstantin Bronzit – 2003 (4’)
Uma divindade oriental tentar se livrar de uma mosca.

Switchcraft - Konstantin Bronzit – 1994 (9’)
Cada vez que um homem desliga a luz para dormir, ele escuta um pequeno barulho…

The Insects’ Christmas - Wladyslaw Starewicz – 1913 (6”20’)
Papai Noel convida os insetos para celebrar o natal.

Chelovek v Ramke (The Man In The Frame) - Fyodor Khitruk – 1966 (10’)
Uma sátira contra os burocratas.

Lev i byk (“Um leão e um Touro”) - Fyodor Khitruk – 1984 (9’40)

Veter vdol berega (Wind Along the Coast) - Ivan Maximov – 2004 (6”20’)
A vida na costa e o vento forte.

Tunnelirovanie - Ivan Maximov – 2005 (4”50’)

5/4 - Ivan Maximov – 1990 (7’)
Humor p&b.

Fru 89 From Left To Right - Ivan Maximov – 1989 (3’40)
As terríveis visões de um cão faminto.

The Old Man And The Sea - Alexander Petrov – 1999
O filme é uma homenagem a Ernest Hemingway, baseado no livro baseado no livro “O velho e o mar”. Cada fotograma de animação é uma pintura feita com dedos e pincéis em uma placa de vidro. Este filme demorou cerca de dois anos para ser finalizado gastando cerca 29.000 fotogramas pintados.

República Checa:

Picknick mit Weissmann - Jan Švankmajer – 1968 (10’30)
Um piquenique de Švankmajer.:)

O skleničku víc (A drop too much) - Břetislav Pojár – 1954 (14’)
Uma marionete correndo de motocicleta…

Román s basou (Story Of The Bass Cello) - Jiří Trnka – 1949 (13’)
Uma engraçada e elegante adaptação de uma história de Anton Chekhov.

www.plasticineclube.blogspot.com

Conspiração ganha pitching da Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis

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Eu e Meu Guarda-Chuva, longa-metragem em desenvolvimento do diretor Toni Vanzolini, é o vencedor do pitching da 7ª Mostra de Cinema Infantil, realizado neste domingo, 29, em Florianópolis. O diretor do longa-metragem, Toni Vanzolini e o produtor, Luiz Noronha, da
Conspiração Filmes (RJ) defenderam o projeto para a banca julgadora e a platéia.

O diretor de Eu e Meu Guarda-Chuva vai ganhar uma passagem para participar do Fórum de Financiamento do Festival Internacional de Cinema para Crianças e Jovens de Malmö, na Suécia, e terá contrato de distribuição internacional com a Tropicalstorm Entertainment. O projeto foi escolhido pelos critérios de maior potencial para co-produção com os países escandinavos e de universalidade do tema.

Produtores e diretores tiveram 15 minutos para defender cada projeto e participaram de entrevistas individuais. A comissão julgadora foi formada por Annette Brejner, diretora do Fórum de Malmö, Lennart Ström, produtor sueco, e Helder Dacosta, diretor da distribuidora internacional Tropicalstorm.  A qualidade dos sete de longas-metragens
brasileiros apresentados surpreendeu os jurados. “O evento conseguiu com sucesso atrair o melhor das produções infantis de norte a sul do Brasil”, diz Helder Dacosta.

A diretora da Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis, Luiza Lins, está satisfeita com o primeiro pitching realizado em Florianópolis. “Foi um exercício e um aprendizado, para os concorrentes e para o público. A Mostra quer apoiar sempre iniciativas como esta e trazer
para Florianópolis os debates sobre o desenvolvimento da produção”. Ela acredita que, apesar de o cinema infantil ainda não ter políticas públicas definidas de incentivo, está crescendo de forma estruturada, pelo que se pode acompanhar a cada ano nos debates da Mostra.

Eu e Meu Guarda-Chuva contará a jornada de um menino quase adolescente para resgatar, dentro de um sonho, a menina de quem ele gosta e que avia sido raptada por um barão. O projeto é uma combinação de ventura, musical e thriller, inspirado em uma ópera-rock produzida para crianças. Estão previstos três dias de filmagem na Europa, em uma idade que o menino visita em seu sonho. Perguntado pela banca sobre os valores transmitidos pelo filme, Vanzolini disse que são acreditar os sonhos e enfrentar os medos.

www.mostradecinemainfantil.com.br

Cartaz da mostra de cinema infantil de florianópolis

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cinezine na 7ª mostra de cinema infantil de florianópolis

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Nos próximos 17 dias Florianópolis será um centro de exibição, debate e promoção do cinema infanto-juvenil de qualidade. A Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis é um dos eventos mais importantes do país quando o assunto é cinema e criança.

O cinezine estará presente no evento trazendo programetes de aúdio com entrevistas, informações e curiosidades. Nossa cobertura tem como objetivo mostrar o retorno social e cultural das comunidades contempladas por este que é um dos eventos mais importantes do país quando o assunto é cinema e criança.

Confira a entrevista com Luiza da Luz Lins, coordenadora geral da mostra.

Como surgiu a Mostra e quais são seus objetivos?

A Mostra surgiu em 2002, como opção de lazer cultural para as crianças. Na época o número de cinemas na cidade era bem limitado. Ela foi o primeiro evento de audiovisual no Brasil voltado exclusivamente para esse público. Tem duração de 17 dias e dois objetivos principais: promover a diversidade cultural e a inclusão social. Nossa proposta é oferecer uma alternativa ao que é imposto pela televisão e pelo cinema americano. O cinema é um instrumento poderoso de educação, valorização da identidade nacional e da riqueza das diferenças. Claro que tem que divertir em primeiro lugar, mas pode ir além e promover valores positivos.

Qual é o público da Mostra?

Criamos um formato que atende vários públicos: os estudantes de escolas públicas das redes estadual, municipal e particular, e também as famílias. Nos fins de semana os pais e mães levam seus filhos ao cinema e fazem uma valiosa troca cultural. Este ano também haverá uma sessão jovem, porque o público da Mostra cresceu e está órfão de produções voltadas para a faixa etária a partir de 12 anos. Para esse público teremos vários curtas nacionais e o lançamento do longa Maré, nossa história de amor, de Lúcia Murat – uma livre adaptação de Romeu e Julieta que se passa na Favela da Maré. Também iremos exibir o francês Persepolis, história de uma garota iraniana. Este ano nossa meta é levar 25 mil crianças ao cinema. Dessas, 8 mil são de escolas públicas, que terão ônibus gratuitos para transportá-las ao Centro Integrado de Cultura (CIC). Mostras itinerantes irão aos bairros da Ilha e do Continente, São José, Palhoça e à Universidade Federal de Santa Catarina.

Qual é o perfil dos filmes?

Desde a primeira Mostra, a maioria dos filmes tem sido brasileira. Em todas tivemos a idéia de contar a história do cinema infantil nacional. Em 2003, por exemplo, exibimos uma cópia nova do clássico Pluft, O Fantasminha, de 1961. Mas a produção nacional é pequena e estavam acabando os clássicos. Nesse meio tempo surgiu o edital Curta Criança, do Ministério da Cultura, voltado para a produção de curtas-metragens. Passamos a fazer sessões de curtas. Este ano as produções brasileiras representam 70% da Mostra. Teremos a pré-estréia nacional de Pequenas Histórias, um filme primoroso de Helvécio Ratton. E também filmes da França, do Japão – em homenagem ao centenário da imigração– e dos países escandinavos.

É possível perceber o aumento da produção nacional para crianças?

Sim. A partir de 2006 passamos a organizar uma mostra competitiva que estimula os produtores. O número de filmes inscritos para concorrer à premiação aumentou em relação ao ano passado, de 80 passou a 112. Há três produções de Santa Catarina. Ainda é pouco, mas ajuda a movimentar o mercado.

Este ano o mercado é tema de debate na Mostra.

Sim, estamos realizando a quarta edição do Encontro Nacional do Cinema Infantil, com a participação de pessoas que trabalham há anos no segmento. Em 2007 o foco foi conteúdo. Nesta Mostra o tema é “Audiovisual Infantil: um mercado estratégico”. Teremos debatedores da Globo Filmes, TV Cultura, Canal Futura, TV Brasil, Petrobras, Ministério da Cultura, produtores da Xuxa, dos Trapalhões… O brasileiro vê pouquíssimos filmes nacionais na infância e só volta a ver de novo depois dos 18 anos. É formado pelo cinema americano. Se você incentiva a produção para crianças, isso vai refletir completamente no cinema nacional. No Brasil ainda existe certo preconceito de que o cinema para criança é uma arte menor. O audiovisual na sala de aula é subaproveitado. De 1960 até hoje, só 2% dos filmes brasileiros foram para o público infantil, e desses, a metade foi cinema comercial. Na Suécia e Dinamarca, por exemplo, o mercado é fortíssimo e tem produções de alta qualidade. Em torno de 20% dos recursos investidos pelo Estado na área são para o cinema infantil.

De que trata a parceria inédita da Mostra com a Suécia?

No dia 29 vamos realizar um pitching, processo seletivo para financiamento internacional. Das 20 inscrições recebidas, sete projetos de longa-metragem infantil foram selecionados para defesa por seus diretores ou produtores. O vencedor irá participar, em março de 2009, do Fórum de Financiamento do Buff FilmFestival, em Malmö, na Suécia. É o primeiro passo para dar visibilidade internacional ao cinema infantil brasileiro.

A programação completa da 7ª. Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis está disponível em http://www.mostradecinemainfantil.com.br/

O Ritual dos Sádicos, hoje no Cineclube Rogério Sganzerla

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Cinezine vai assistir Zé do Caixão hoje no Cineclube Rogério Sganzerla, 18:30 no auditório do CCE, campus Trindade da UFSC, Florianópolis.

http://www.contracampo.com.br/37/ritualdossadicos.jpg

O Ritual dos Sádicos

Um renomado psiquiatra injeta doses de LSD em quatro voluntários com o objetivo de estudar os efeitos do tóxico sob a influência da imagem de Zé do Caixão. O personagem aparece de maneira diferente nos delírios psicodélicos e multicoloridos de cada um, misturando sexo, perversão, sadismo e misoginia. Interrogado por um grupo de intelectuais, o psiquiatra faz uma revelação surpreende que os obriga a questionar suas convicções. Conhecido também como ‘O Despertar da Besta’.

Leitura complementar importante no contracampo.

Quando:
Normalmente às quintas-feiras.

Horário:
Sempre às 18h30.

Onde:
Auditório do CCE - Bloco B
Campus Trindade, UFSC.

Cinezine no papel

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http://cinezine.com.br/files/2008/04/capa_amp.jpg

Na próxima edição da Revista bimensal Cidade B de Porto Alegre, poderemos encontrar um artigo sobre cinema diretamente daqui do cinezine ;)

A revista que tem distribuição gratuita e pode ser encontrada em diversos pontos da capital cultural do Rio Grande do Sul, tais como o Bell’s, 8 1/2, Cine Guion, Zellig, lindas lojas batutas como Pó de Estrela, Imaginarium, Espirito Santo, Azul Cobalto, além é claro da Lanchera do Parque e Casa de Cultura Mário Quintana.

O site divide-se em blogáço e revista online, onde você pode conferir página por página da Cidade B, em breve espero encontrar a versão em pdf para baixar e colecionar no meu computador ;)

Nos encontramos na próxima edição pessoal.

Documentário de Kruel no Via Sete

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O Cine Via Sete fará no dia 6 de dezembro uma apresentação especial de “Histórias de esquina”, documentário onde a cachoeirense Mirela Kruel (na foto) é responsável pela direção de fotografia. Ela estará presente na exibição, marcada para as 21h. O documentário, que abriu o festival de cinema de Vitória (ES), conta a rotina de quatro prostitutas de Porto Alegre. Segundo Mirela, por onde é exibido “Histórias de esquina” deixa sua marca de polêmica. As quatro prostitutas contam suas experiências e falam de maneira bem clara as histórias de sua profissão.

***
Ai cinezine, todo mundo lá né!

Visite www.cinezine.com.br e participe

Cinezine: Cinema entre amigos :)

atividades 3 falaram

Ir ao cinema é o hobbie de muitas pessoas. Porém desfrutar da Sétima Arte
após dois anos do fechamento do cinema em Cachoeira do Sul, só foi possível
quando o projeto de jovens cinéfolos reabriu as oportunidades para quem não
abre mão de considerar a arte cinematográfica forma de ampliação de visão e
compreensão da sociedade. No último domingo de cada mês, um filme é proposto
em grupo e é assistido em residência particular, onde os aspectos são
debatidos para estes fins, além da integração entre amigos.

O projeto, intitulado Cinezine, iniciou a quatro meses e já conta com mais
de 20 participantes.
Para participar, basta inscrever-se no site www.cinezine.com.br.

(SCHULZ, Pâmela. Zero Hora. Edição de 14 de dezembro de 2005.)

Visite www.cinezine.com.br e participe

Elevador - Jornal do Povo - 08 e 09 de Abril

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Polkadots
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