Compasso de Espera na Semana da Consciência Negra do CineUFSCar

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Teatro Florestan Fernandes/UFSCar - Entrada Gratuita - www.cinema.ufscar.br

// Sessão Especial: SEMANA DA CONSCIÊNCIA NEGRA - Dia 19/11 às 15h e 19h
COMPASSO DE ESPERA - (Brasil. 1969/1973. 98min) - Direção: Antunes Filho

Sinopse: O protagonista Jorge, um jovem poeta negro, começa a se relacionar com uma moça de família aristocrata. Para fugir das críticas eles se refugiam em uma praia distante, mas os pescadores locais também desaprovam o romance. Diante de tantas pressões, a moça parte para a Europa e o poeta se sente perdido numa sociedade na qual não consegue se inserir. Com uma estrutura psicológica complexa e sentimentos contraditórios, Jorge se questiona sobre pertencer ou não ao mundo branco que o circunda, no qual ocupa uma posição extremamente vulnerável. Não pertencendo a nenhum dos dois mundos acaba vivendo no limbo e na incerteza. Em tom amargo e pessimista, o filme se volta contra a classe média, expondo suas contradições e ambigüidades. A peculiaridade dessa película, quando comparada com conjunto dos filmes do período, é expressar o preconceito racial sem os filtros convencionais. Tal especificidade deve-se também ao fato do filme ter sido influenciado pela obra de Florestan Fernandes, especialmente através do livro A integração do negro na sociedade de classes.

Prêmios
* Melhor Argumento pela Associação Paulista de Críticos de Arte e Governador do Estado de São Paulo.
* Melhor diretor pelo Air France de Cinema.

Curiosidades:
* Único filme dirigido por Antunes Filho, um dos maiores diretores de teatro do Brasil.
* Traz um dos primeiros personagens negros de classe média no cinema brasileiro, o protagonista Jorge, interpretado pelo grande ator Zózimo Bulbul.
* O ator Zózimo Bulbul dirigiu o documentário Abolição (1988) que marcou o centenário da Abolição da Escravatura no Brasil, descrevendo várias situações enfrentadas pelos afro-descedentes brasileiros até hoje. Mesclando trechos em cores e outros em preto e branco, o diretor entrevista vários negros brasileiros e mostra que o dia 13 de maio de 1888 não foi o fim definitivo dos percalços que o povo negro passou e ainda passa. Abolição acumula prêmios em festivais em todo o mundo até hoje.

Sugestões:
http://www.cronopios.com.br/site/prosa.asp?id=1389
http://www.itaucultural.org.br/aplicexternas/enciclopedia_teatro/index.cfm?fuseaction=personalidades_biografia&cd_verbete=699
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u446537.shtml

// Curta-metragem: CAROLINA (2003, 15 minutos)
Direção: Jeferson De
Sinopse: Brasil. Final dos anos 50. Carolina de Jesus escreve seu diário. Dentro de seu barraco ela denuncia a fome, o preconceito e a miséria. Publicada, torna-se um sucesso editorial, sendo editada em 13 línguas. Apesar do reconhecimento imediato e explosivo, a “exótica” mulher negra e ex-favelada falece pobre. Passadas algumas décadas, as palavras de Carolina continuam a ser uma denúncia contra a miséria em que se encontram milhões de pessoas.

Confira imagens e vídeos do filme no nosso sítio: www.cinema.ufscar.br

Este cineclube é afiliado à Federação de Cineclubes do Estado de São Paulo e ao Conselho Nacional de Cineclubes. Mais informações: www.cineclubes.org.br
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CineUFSCar - Cineclube da Universidade Federal de São Carlos
Projeto de Extensão da Pró-Reitoria de Extensão da UFSCar
Telefone: + 55 16 3351 8909
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Programação de Novembro/2008 - Cinema Plural

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Fonte: Cineclube PiroCINEse

CINEMA PLURAL

DATAS:

08/11/2008 - AMORES BRUTOS (Amores Perros. Direção: Alejandro González Iñárritu. 2000, México, 154 min.)

Cineclube Natal - 142ª exibição: Pai Patrão

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Fonte: Cineclube Natal


O Conflito de Gerações
na tela do Cine Assembléia


O Cineclube Natal, em parceria com a Assembléia Legislativa, dentro do projeto Cine Assembléia, apresentará nesta quinta-feira, 30 de outubro de 2008, o aclamado filme Pai Patrão (1977), dos irmãos Taviani. A sessão começará às seis horas em ponto no auditório da Assembléia e a entrada é franca, com direito a pipoca grátis.

Sendo o primeiro filme até hoje a ganhar os dois prêmios máximos do Festival de Cannes (a Palma de Ouro de Melhor Filme e o Prêmio da Federação Internacional de Críticos), Pai Patrão é um grande filme italiano. Talvez o trabalho mais conhecido dos irmãos Taviani, diretores dos memoráveis “Bom, Dia Babilônia” e “A Noite de São Lourenço”. Este contundente drama mostra a trajetória de Gavino, um menino que é obrigado pelo pai, interpretado por Omero Antonutti, a abandonar os estudos para trabalhar no campo, cuidando das ovelhas na Sardenha, sul da Itália. Todas as suas tentativas de mudar de vida são frustradas pela ignorância e pela violência do patriarca. Com o tempo, o jovem Gavino, interpretado por Fabrizio Forte, descobre sua única saída: estudar. Ter a arma que seu pai não possui: a cultura.

Os diretores irmãos Paolo (58 anos) e Vittorio (60 anos), retratam com brilhantismo a figura primitiva de estranhamento e opressão milenar: a do patriarca, senhor da Vida e da Morte no seio da família, instituição primordial da sociedade humana. No caso, o pai oprime o filho, buscando nele força de trabalho servil na atividade de pastoreio. Por isso, castra todas as possibilidades de desenvolvimento humano de Gavino. O estranhamento é imposto pelo próprio pai, assumindo caráter ancestral, quase-natural, ligado a formas tradicionais de opressão social. Os Irmãos Taviani expõem o conflito entre disposições ancestrais primitivas, quase da Natureza inculta, em plena época da modernidade do capital. É através da reapropiação da cultura que Gavino irá buscar uma saída para seu estranhamento primordial. O pai, como a Natureza, é superado, mas não eliminado, como sugere a cena final. Ele persiste como memória-hábito, no gesto da vigília cadenciada no pasto.

Baseado na autobiografia do escritor Gavino Ledda, falado em dialeto sardo, interpretado por atores amadores e com fotografia de Mario Masini, Pai Patrão foi um dos filmes italianos mais destacados dos anos 70, revelando o grande talento dos irmãos Taviani. No elenco, destacam-se Saverio Marconi, Omero Antonutti, Marcella Michelangeli e Fabrizio Forte, entre outros.


Sessão Cine Assembléia
Quinta-feira, 30 de outubro
18 horas
Assembléia Legislativa
Praça 7 de Setembro, s/n, Cidade Alta
Fone: 3232-5761
Entrada gratuita
Classificação indicativa: 16 anos


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[FICHA TÉCNICA: "PAI PATRÃO"]
Título original: Padre Padrone
País: Itália
Ano: 1977
Duração: 114 minutos
Cor: colorido
Idioma: italiano, sarda, latin
Gênero: drama
Estúdio: Cinema S.r.l, RAI, Cinema 5, Artificial Eye
Roteiro: Paolo Taviani, Vittorio Taviani, de um livro de Gavino Ledda
Direção: Paolo Taviani, Vittorio Taviani
Produção: Giuliani G. De Negri
Fotografia: Mario Masini
Música: Egisto Macchi
Direção de Arte: Gianni Sbarra
Figurino: Lina Nerli Taviani
Edição: Roberto Perpignani
Elenco: Omero Antonutti, Marcella Michelangeli, Fabrizio Forte, Saverio Marconi

Prêmios: Palma de Ouro e Prêmio da Federação Internacional de Críticos no Festival de Cannes; Indicado ao BAFTA de Melhor Ator Revelação (Saverio Marconi)



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Berlim: Reconstrução crítica

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Fonte: Cineclube fdup

:: CICLO DE CINEMA / Cinema Passos Manuel / 4-7 NOV ::
O Ciclo de Cinema apresenta um conjunto óbvio de quatro filmes incontornáveis, pontos de referência na linha da história de Berlim, que serão analisados e contextualizados por intelectuais apaixonados pelo cinema e pela cidade.

4 NOV 21h30
BERLIM, SINFONIA DE UMA GRANDE CIDADE
Walter Ruttmann, 1927
Analisado por Nuno Portas

5 NOV 21h30
GERMANIA, ANNO ZERO
Roberto Rosselini, 1947
Analisado por Abílio Hernandez Cardoso

6 NOV 21h30
ASAS DO DESEJO
Wim Wenders, 1987
Analisado por Pedro Barreto

7 NOV 21h30
BERLIN BABYLON
Hubertus Siegert, 2001
Analisado por Hubertus Siegert

Com Manoel de Oliveira em Serralves, um Ciclo de Cinema Italiano no TECA, um Festa do Cinema Francês no Cidade do Porto e agora este novo ciclo, pode-se dizer que o cinema está de pedra e cal na Invicta! Venha daí a Cinemateca… (?)

Sopão de Filmes: A Represa e o Fim do Mundo

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Fonte: de Sopão de filmes cineclube

clique na imagem para ampliar!

O QUE:
cineclube SOPÃO DE FILMES apresenta: “A Represa e o Fim do Mundo”

QUANDO:

Domingo, 26/10, 19:30

QUANTO:

Entrada franca, com doação sugerida de R$ 1

ONDE:

Espaço Cultural Pomar das Artes
R. Antonio Carlos Ferreira, 418 - Agronomica
(inicio do Morro do Horacio, mesma rua do posto Angeloni beira-mar)

CONTATO:

Sopao.De.Filmes@gmail.com
(48) 9941-2714
www.SOPAOdeFILMES.blogspot.com.br

SOPÃO DE FILMES: A Represa e o Fim do Mundo

Em Outubro o cineclube SOPÃO DE FILMES traz 2 médias metragens delineados por represas hidroelétricas. O tema, presente nos dois documentários diametricamente opostos em termos de estilo e perspectiva, se manifesta na coincidência das consequências: reais ou imaginadas, ambas alertam para uma extinção, um fim.
“Dyckias - Tempos de Extinção” de Iur Gomez (Fpolis, SC) aborda os resultados ecológicos e sociais da implantação da usina hidroelétrica Barra Grande no Vale do Rio Pelotas, fronteira de SC com RS.
Já o inusitado “Quando o Rio Sonha” (Cuando El Rio Sueña) de Verónica Rocha (Córdoba, Argentina) reconta as reações absurdas de uma pequena cidade quando um apocalíptico boato inunda o imaginário da população. Como sempre, uma sopa vai deixar a sessão submersa em bons filmes e boa conversa. Seja bem vindo!

Dyckias - Tempos de Extinção
Direção e Roteiro: Iur Gomez e Jonas Edson Pinto
documentário, 52 min, 2007, Fpolis, SC

Cuando El Río Suena (Quando o Rio Sonha)
de Verónica Rocha
documentario, 42 min, 2003, Cordoba, Argentina

O QUE:
cineclube SOPÃO DE FILMES apresenta: “A Represa e o Fim do Mundo”
QUANDO:
Domingo, 26/10, 19:30
QUANTO:
Entrada franca, com doação sugerida de R$ 1
ONDE:
Espaço Cultural Pomar das Artes
R. Antonio Carlos Ferreira, 418 - Agronomica
(inicio do Morro do Horacio, mesma rua do posto Angeloni beira-mar)
CONTATO:
Sopao.De.Filmes@gmail.com
(48) 9941-2714
www.SOPAOdeFILMES.blogspot.com.br

Cineclube do CES apresenta: “Terra & Liberdade”

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Fonte:centrodosestudantes de blog do centro dos estudantes de santos e região

25/10 (sábado), 17h, no CES (Av. Ana Costa, 308, Santos - próximo ao Extra)

Em “Terra e Liberdade”, Ken Loach centra seu olhar sobre um dos episódios mais dramáticos do século XX: a Guerra Civil Espanhola. Em fevereiro de 1936, a Frente Popular, uma coligação entre socialistas, comunistas, social-democratas e liberais, contando com o apoio e os votos dos anarquistas, vence as eleições. O triunfo da Frente Popular criou um ambiente pré-revolucionário na Espanha. Os milhares de presos políticos foram arrancados das prisões por eufóricas multidões de populares. As greves cresciam em número e em proporções, e ocupações de fábricas amedrontavam os capitalistas.O governo prometia separar a Igreja do Estado e o sentimento anticlerical alastrava-se por todo o país. Em julho de 1936, refletindo os sentimentos dos setores conservadores da sociedade espanhola – os militares, a Igreja, a Falange, os latifundiários e uma parte da burguesia – o general Francisco Franco, comandante das forças coloniais sediadas no Marrocos, subleva-se e é acompanhado pela maioria dos comandantes militares. Alguns oficiais e guarnições militares permanecem fiéis ao governo.
Nas grandes cidades a resistência popular encarrega-se de defender as poucas conquistas trazidas pela República. Em Madri, o povo assalta os quartéis, arma-se e expulsa os fascistas. Em seguida, juntamente com as Brigadas Internacionais organizadas pela URSS, resistem heroicamente ao cerco da capital pelas tropas franquistas. Em Barcelona, os anarquistas organizam-se em milícias e tomam o poder na Catalunha, assumindo a autogestão das terras e das fábricas.

A Espanha fica dividida em três poderes. A metade fascista, comandada pelo general Franco. A outra metade chamada de republicana, legalmente chefiada pelo governo do socialista Largo Caballero. Mas quem exerce o poder de fato nessa outra metade são os trabalhadores do campo e da cidade, organizados em milícias populares. Tem início simultaneamente a Guerra Civil, provocada pelo golpe dos militares, e a Revolução Espanhola, por iniciativa dos anarquistas da CNT e FAI e, em escala menor, por socialistas independentes de esquerda e, na Catalunha, pelo POUM – Partido Obrero de Unificación Marxista, grupo de tendência marxista revolucionária, que se opunha tanto ao Partido Comunista stalinista quanto às correntes trotskistas.

Ao resgatar para o cinema a epopéia da Guerra Civil Espanhola, desaguadouro do altruísmo dos revolucionários de dezenas de países, Loach empunha o estandarte “Terra e Liberdade” da revolução espanhola, para afirmar que as utopias são imorredouras. Ao mesmo tempo, resgata a verdade histórica, deturpada durante décadas por uma propaganda enganosa, sobre o papel que a Internacional Comunista (stalinista) desempenhou durante a Guerra Civil Espanhola. Ao frear o ímpeto revolucionário dos trabalhadores da cidade e do campo, serviu aos interesses do fascismo, ao reprimir com seus métodos as forças empenhadas em enfrentar a sublevação militar da direita e realizar a revolução simultaneamente.

25/10 (sábado), 17h, no CES (Av. Ana Costa, 308, Santos - próximo ao Extra)

25/10 (sábado), 17h, no CES (Av. Ana Costa, 308, Santos - próximo ao Extra)

25/10 (sábado), 17h, no CES (Av. Ana Costa, 308, Santos - próximo ao Extra)

25/10 (sábado), 17h, no CES (Av. Ana Costa, 308, Santos - próximo ao Extra)

      

21/10/2008 - Los Olvidados

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Fonte: de Cineclube fdup

A segunda sessão do Cineclube FDUP é já amanhã.
Após o sucesso de Love and Death de Woody Allen, segue-se outra fabulosa obra cinematográfica, desta feita Los Olvidados de Luís Buñuel.
Com apresentação de Inês Silvestre e crítica de Francisco Noronha, Los Olvidados promete fazer as delícias da plateia ávida de bom cinema.
Até já.

Cineclube do CES apresenta: “A batalha de Argel”

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Fonte:centrodosestudantes de blog do centro dos estudantes de santos e região

O fio condutor da história é a ação dos integrantes da Frente de Libertação Nacional (FLN), organização argelina que lutava pela libertação do povo da colônia francesa. Por meio da história e das ações dos residentes na Casbah, o maior bairro popular da capital do país, o filme mistura realidade e ficção para traçar um recorte profundo do processo de libertação de colônias européias na África.

Rodado em 1965 pelo diretor Gillo Pontecorvo e proibido no Brasil (e na França, claro), este quase-documentário muda a história do cinema e prova que expressão política e expressão artística, na mesma medida, podem resultar em um dos filmes mais belos e sem folêgo da história do cinema.

18/10 (sábado), 17h, no CES (Av. Ana Costa, 308, Santos - próximo ao Extra)

      

Hell Ride – Antevisão

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Fonte: de Cineclube fdup

Já o tenho e sinceramente guardo grandes espectativas. Um elenco de luxo, entre os quais Vinnie Jones (que se esquece dos seus papeis em “ Snatch “ , e “ Lock Stock and two smoking Barrels “), o grande Michael Madsen, e um dos meus heróis de sempre o Dennis Hopper. Produzido por Tarantino, uma historia de vingança com motas, rock’n’roll, álcool mulheres bonitas, e violência, muita violência. Isto é arte, a arte do puro entretenimento, espero que o filme corresponda a todas as expectativas … Domingo farei uma critica ao filme, até lá fica o trailer para aguçar apetites.

Cineclube Natal - 140ª exibição: A Primeira Noite de Tranquilidade

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Fonte: de Cineclube Natal


O cinema existencial de
Valerio Zurlini na Sessão Vanguarda

O Cineclube Natal, em parceria com o Teatro de Cultura Popular, apresentará domingo, dia 19 de outubro, o filme A Primeira Noite de Tranquilidade, do diretor italiano Valerio Zurlini. A sessão do projeto Cine Vanguarda começará às usuais 17:00 horas e a entrada custa R$ 2,00 (dois reais).

Conhecido como “O Poeta da Melancolia”, Zurlini teve uma carreira cinematográfica escassa, constituída por apenas oito filmes, mas o suficiente para mostrar extrema qualidade, como em A Primeira Noite de Tranqüilidade, filme tido como sua obra-prima e que tornou-se um marco na prolífica carreira de Alain Delon, cuja atuação como o personagem Daniele Dominici lhe rendeu elogios da crítica à época do lançamento da película.

O filme se passa na cidade italiana de Rimini, no início dos anos 70. Daniele Dominici é um angustiado professor de literatura que se envolve afetivamente com uma de suas alunas, numa tentativa de preencher o vazio existencial de sua vida. Zurlini apresenta neste filme ecos de um movimento influente naquela época: o existencialismo. Filósofos como Albert Camus e Sartre escreveram sobre homens que vivem sem rumo, nômades ateus que escondem seu passado e ignoram seu futuro. E essas características definem o
protagonista Dominici, um intelectual introvertido, cuja psique casa perfeitamente com o ideal do existencialismo – o passado de Dominici é apresentado em doses homeopáticas: ele é um estranho até mesmo em sua cidade natal, não possui vínculos religiosos ou falimilares e é apolítico: “Para mim, fascistas e socialistas são iguais. Só que os fascistas são mais cretinos”, diz ele durante uma aula.

Entretanto, cabe a ressalva que Zurlini não faz de seus filmes melodramas, como outros diretores italianos do mesmo período. Ele é um mestre do rigor formal, das longas e graciosas tomadas de composição quase matemática. Seus enquadramentos são complexos e precisos, mas operados com tamanha graça que parecem espontâneos. Ele é um cineasta minimalista, de emoções contidas. A Primeira Noite de Tranqüilidade é um filme belo e sereno, que resgata as principais características da obra anterior do diretor (o amor impossível, a melancolia, a crítica sutil ao vazio da burguesia italiana já haviam aperecido no belo “A Moça com a Valise”), mas aplica a elas usa abordagem menos direta, mais poética e evocativa, mais oblíqua e controlada.

Diretor de técnica apurada e intelectualidade indiscutível, Zurlini foi, para o mundo do cinema, como um furacão; apareceu com obras que arrebataram toda uma geração de cinéfilos e seguiu seu caminho. Pena que sua carreira foi tão curta (o diretor morreu em 1982, aos 56 anos). O Cineclube Natal convida todos os amantes do cinema para conferir mais esse grande clássico.


Assista aqui a uma cena (em francês) de A Primeira Noite de Tranquilidade:

Sessão Cine Vanguarda
Domingo, 19 deoutubro
17 horas
TCP - Teatro de Cultura Popular “Chico Daniel”
Rua Jundiaí, 641, Tirol
Fone: 3232-5307
R$ 2.00
Classificação indicativa: 16 anos


[FICHA TÉCNICA: "A PRIMEIRA NOITE DE TRANQUILIDADE"]
Título original: La Prima Notte Di Quiete
País: Itália, França
Ano: 1972
Duração: 125 minutos
Cor: colorido
Idioma: italiano
Gênero: drama, romance
Estúdio: Valoria Films, Titatuns
Roteiro: Enrico Medioli, Valerio Zurlini
Direção: Valerio Zurlini
Fotografia: Dario Di Palma
Música: Mario Nascimbene
Direção de Arte:
Figurino: Luca Sabatelli
Edição: Mario Morra
Elenco: Alain Delon, Lea Massari, Giancarlo Giannini, Sonia Petrova, Salvo Randone, Renato Salvatori, Alida Valli


Sessão passada em fotos: “O Enigma de Kaspar Hauser”

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Cineclube Aliança Francesa - Badesc (Outubro)

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Fonte: de aliança francesa florianópolis

06/10 - Samia
(França, 2000).
De
Philippe Faucon. Com Kheira Oualhaci, Lynda Benahouda, Mohamed Chaouch, Nadia El Koutei, Yamina Amri. Drama em Cores. Duração 73’.Samia tem 15 anos e vive na periferia de Marselha. Sexta das oito filhas de uma família argelina tradicionalista. Samia sente-se sufocada sob o peso da moral repleta de crenças e tabus que ela respeita mas não compartilha mais… Perseguida por seu fracasso escolar e obrigada a viver clandestinamente seu primeiro namoro. Samia descobre que terá de assumir sozinha as suas escolhas de vida.

13/10 - Jacquot de Nantes
(França, 1991).
De
Agnès Varda. Com Édouard Joubeaud, Philippe Nahon. PB. Duração 118’.”Esta é a magnífica história do talento de Jacquot, filmado por uma mulher que ele encontrou em 1958 e que desde então compartilhou sua vida”.Era uma vez um menino criado numa oficina mecânica, na qual todos amavam cantar. Era 1939, ele tinha 8 anos e adorava marionetes e operetas. Mais tarde, ele quis fazer cinema, mas seu pai o fez estudar mecânica… Trata-se de Jacques Demy e de suas recordações. O filme é a crônica de seus jovens anos com seu irmãozinho, seus amigos, seus jogos, suas trocas de objetos, a visita da “tia do Rio”, os amores infantis, os primeiros filminhos… É uma infância feliz e uma adolescência obstinada que nos são contadas, apesar dos eventos da guerra e do pós-guerra. É a evocação de uma vocação, filmada pela mulher que Jacquot conheceu em 1958 e que dividiu com ele sua vida desde então. Seleção oficial do Festival de Cannes 1991 (fora de competição)

20/10 - O último dos loucos
Le Dernier des Fous (França, 2006).
De
Laurent Achard. Com Dominique Reymond, Mathias Mlekuz. Cores. Duração 96’.É verão e começo das férias. Martin tem onze anos, vive na fazenda de seus pais e observa, desamparado, a desunião de sua família: sua mãe vive enfurnada em seu quarto, seu irmão mais velho, que ele adora, se afoga no álcool, e seu pai é dominado pela avó. O menino assiste a um desastre familiar. Mas Mistigri, seu gato, e Malika, uma amiga marroquina procuram lhe reconfortar de alguma forma…

27/10 - Bud Yam
(França, 1997).
De
Gaston J-M Kabore. Com Serge Yanogo, Amssatou Maiga, Sévérine Ouddouda. PB. Duração 99’.*Prêmio Etalon de Yennenga, Fespaco 1997*Wend Kuuni foi encontrado quase morto na selva quando era criança e foi adorado por uma família. Apesar de ter sido aceito pela comunidade da aldeia continua a ser tratado como um forasteiro. A vida em família decorre serena até o dia que Poghnéré, sua irmã adotiva, fica gravemente doente. Wend Kuuni parte em busca de um curandeiro lendário para salvar sua irmã da morte. sai então de sua aldeia dotiva e coemça uma jornada iniciática que o conduzirá rumo às suas prórpias raízes.

Grazie!

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Fonte: de Cineclube fdup

CICLO DE CINEMA ITALIANO

O cinema italiano vive de novo um momento alto. O sucesso recente de alguns filmes (exibidos e premiados nos melhores festivais de cinema do mundo) trouxe consigo uma «espécie de euforia» (JLR, Expresso) e um aumento significativo de espectadores. A Medeia Filmes propõe para esta rentrée cinematográfica no Porto, um CICLO DE CINEMA ITALIANO. A exibir no Teatro do Campo Alegre, a partir de 9 de Outubro, e ao longo de 3 semanas. São 21 filmes, a partir do pós-neo-realismo até aos nossos dias. Obras incontornáveis dos «mestres» Viconti, Fellini, Antonioni, Pasolini. As gerações que se lhe seguiram: Bertolucci, Belochio, Moretti…, até ao novo cinema napolitano, como Mario Martone. Actores e actrizes, como Marcello Mastroianni, Claudia Cardinale, Alida Valli, Silvio Orlando, Nicoletta Brashi, Michele Placido… Argumentistas como Tonino Guerra. Músicos como Ennio Morricone, Nino Rotta… Para ver ou rever. Sim, porque como dizia Mastroianni, nós amamos [este] cinema.

TEATRO DO CAMPO ALEGRE - 9 A 29 DE OUTUBRO

Quinta, 9 Outubro
SENSO / SENTIMENTO
de LUCHINO VISCONTI

Sexta, 10 Outubro
IL GATTOPARDO / O LEOPARDO
de LUCHINO VISCONTI

Sábado, 11 Outubro
LA DOLCE VITA / A DOCE VIDA
de FEDERICO FELLINI

Domingo, 12 Outubro
AMARCORD
de FEDERICO FELLINI

Segunda, 13 Outubro
FELLINI 8 E ½
de FEDERICO FELLINI

Terça, 14 Outubro
IL DECAMERON / DECAMERON
de PIER PAOLO PASOLINI

Quarta, 15 Outubro
I RACONTI DI CANTERBURY / OS CONTOS DE CANTERBURY
de PIER PAOLO PASOLINI

Quinta, 16 Outubro
IL FIORE DELLE MILLE E UNA NOTTE / AS MIL E UMA NOITES
de PIER PAOLO PASOLINI

Sexta, 17 Outubro
BLOW UP
de MICHELANGELO ANTONIONI

Sábado, 18 Outubro
THE PASSENGER / PROFISSÃO : REPÓRTER
de MICHELANGELO ANTONIONI

Domingo, 19 Outubro
LAST TANGO IN PARIS / O ULTIMO TANGO EM PARIS
de BERNARDO BERTOLUCCI

Segunda, 20 Outubro
IL MOSTRO / O MONSTRO
de ROBERTO BENIGNI

Terça, 21 Outubro
APRILE / ABRIL
de NANNI MORETTI

Quarta, 22 Outubro
APASSIONATE / APAIXONADAS
de TONINO DE BERNARDI

Quinta, 23 Outubro
RESPIRO
de EMANUELE CRIALESE

Sexta, 24 Outubro
LA FINESTRA DI FRONTE / A JANELA EM FRENTE
de FERZAN OZPETEK

Sábado, 25 Outubro
LA MEGLIO GIOVENTÙ / A MELHOR JUVENTUDE (parte 1)
de MARCO TULLIO GIORDANA

Domingo, 26 Outubro
LA MEGLIO GIOVENTÙ / A MELHOR JUVENTUDE (parte 2)
de MARCO TULLIO GIORDANA

Segunda, 27 Outubro
CANTANDO DIETRO I PARAVENTI / CANTANDO POR DETRÁS DAS CORTINAS
de ERMANNO OLMI

Terça, 28 Outubro
BUONGIORNO, NOTTE / BOM DIA, NOITE
de MARCO BELLOCCHIO

Quarta, 29 Outubro
L’ODORE DEL SANGUE / O ODOR DO SANGUE
de MARIO MARTONE

Sessões às 18h e 22h. Bilhetes 3.5euros.

Ontem fui ver o primeiro do ciclo, Sentimento, do Visconti. Fantástico…

Ciclo 17 - Wong Kar-Wai: Fragmentos, Paixão e Tempo

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Fonte:alice de Cineclube Beloca

Esse ciclo, que tem a curadoria do Lucas Nogara, é dedicado à obra do diretor Wong Kar Wai, considerado um dos mais brilhantes diretores do planeta. Foi o 1º chinês a ganhar o prêmio de melhor diretor no Festival de Cannes. Com uma série de obras-primas em seu currículo , “Dias Selvagens”, “Amores Expressos”, “Anjos Caídos” e “Felizes Juntos” , o diretor chinês continua explorando os temas solidão e desejo, como se pode ver no premiado “Amor à Flor da Pele”.

14/10/08 terça-feira

20h - Sala Dilo Gianelli - Theatro Municipal

Dias Selvagens

Wong Kar-Wai /em>

Hong Kong/1991/94 min

1960. Yuddy (Leslie Cheung) é um jovem que descobriu recentemente que a mulher que o criou, uma prostituta bêbada, não é sua mãe biológica. Ela se recusa a dizer quem é sua verdadeira mãe, até que a revelação desencadeia uma série de perturbações mentais em Yuddy. Paralelamente duas mulheres se apaixonam por ele, que se mostra incapaz de decidir com quem deseja ficar.

21/10/08 terça-feira

20h - Sala Dilo Gianelli - Theatro Municipal

Felizes Juntos

Wong Kar-Wai /em>

Hong Kong/1997/97 min

Um dos mais badalados filmes sobre relacionamento amoroso dos últimos tempos. O filme é um retrato de dois jovens orientais perdidos em uma Buenos Aires repleta de tango, amor, drama e escuridão. Porém, acima de tudo, estão perdidos dentro de uma relação amorosa cheio de dor e conflito.

28/10/08 terça-feira

20h - Sala Dilo Gianelli - Theatro Municipal

Amor à Flor da Pele

Wong Kar-Wai /em>

Hong Kong/2000/98 min

Um casal de amigos descobre que seus marido/esposa estão tendo um caso e terminam também se envolvendo romanticamente

Cineclube Natal - 139ª exibição: Roma, Cidade Aberta

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Fonte: de Cineclube Natal


O Neo-realismo vivo
de Rossellini no Cine Café

Nesta sexta-feira, dia 10 de outubro, o Cineclube Natal em Parceria com o Nalva Melo Café Salão, apresentará o filme italiano Roma, Cidade Aberta (1945), do diretor Roberto Rosselinni, abrindo o mês dedicado às produções italianas, que seguirá com as exibições (no Cine Vanguarda e no Cine Assembléia nos dias 19 e 30 de outubro, respectivamente) de “A Primeira Noite de Tranquilidade”, de Valério Zurlini e “Pai Patrão”, dos irmãos Taviani.

Entre 1943 e 1944, Roma, sob ocupação nazista, é declarada “cidade aberta”, para evitar bombardeios aéreos. Nas ruas, comunistas e católicos deixam suas diferenças de lado para combater os alemães e as tropas fascistas. Filmado logo após a libertação da itália, em locações reais e com atores amadores, Roma, Cidade Aberta tornou-se um dos marcos iniciais do neo-realismo italiano, que mostrou ao mundo que era possível se fazer cinema mesmo sob as condições mais precárias. O filme é considerado um dos maiores da história do cinema pela crítica mundial.

Se há uma concordância em apontar a tríade neo-realista Roberto Rossellini, Luchino Visconti e Vittorio De Sica, essa unanimidade não existe para determinar um filme como marco inicial do movimento. Foi, entretanto, com Roma, Cidade Aberta, apresentado em Cannes em 1946, que o neo-realismo italiano tomou proporções maiores. Outros cineastas prepararam, de fato, “o caminho”, mas foi Roberto Rossellini que pôs nas telas uma Roma nua, miserável, sórdida. Os símbolos da Itália popular e da Itália corrompida pelo fascismo são mostrados pelas mãos de um cineasta que inicia uma nova fase, recém
passado para o lado da Resistência.

Em Roma, Cidade Aberta, Rossellini tenta compreender e fazer compreender a situação da Itália àquela época. A personagem Pina, interpretada magistralmente por Anna Magnani, por exemplo, assume as feições trágicas da sociedade italiana que lutava por justiça e liberdade. Uma cena crucial envolvendo Pina ficaria marcada, eternamente, na história do cinema.

Roberto Rossellini é um dos diretores mais discutidos em razão de suas escolhas políticas, de sua vida privada e do cristianismo que está em muitas de suas obras. Em 1943, após um período aliado ao fascismo, se juntou à Resistência. O Padre Don Pietro, uma das figuras centrais de Roma, Cidade Aberta, explicita que naquela situação, pouco importava a religião, a classe social ou a ideologia política: os italianos deveriam se unir contra a ocupação. Don Pietro afirma, quando está sendo interrogado pelos nazistas, que é um padre católico, e acredita que quem combate pela justiça e a liberdade caminha nos passos do senhor, que são infinitos.

Mais tarde, o cineasta retomaria o tema da guerra, com mais dois filmes: “Paisá” (1946) e “Alemanha ano zero” (Germania anno zero, 1947). A “trilogia da guerra” é mais um testemunho das condições da Europa do pós-guerra e sua reconstrução, do que uma crítica ao regime fascista. É, porém, um testemunho necessário, que acaba sendo uma prova da luta do povo italiano em favor da liberdade mundial. Um grande clássico mundial, exibido num local charmoso e despojado. Estão esperando o quê? Todos os amantes da sétima arte estão convidados, especialmente aqueles interessados no cinema italiano.


Assista aqui a algumas cenas (com legendas em inglês) de Roma, Cidade Aberta:


Sessão Cine Café
Sexta, 10 de Outubro
20 horas
Nalva Melo Café Salão
Av. Duque de Caxias, 110, Ribeira
Fone: 3212-1655
R$ 2.00
Classificação indicativa: 16 anos


[FICHA TÉCNICA: "ROMA, CIDADE ABERTA"]
Título original: Roma, Città Aperta
País: Itália
Ano: 1945
Duração: 100 minutos
Cor: preto e branco
Idioma: italiano, inglês
Gênero: drama, guerra
Estúdio: Excelsa Film, Minerva Film Spa
Roteiro: Sergio Amidei, Federico Fellini, Roberto Rossellini, de uma estória de Sergio Amidei, Alberto Consiglio
Direção: Roberto Rossellini
Produção: Giuseppe Amato, Ferruccio De Martino, Rod E. Geiger, Roberto Rossellini
Fotografia: Ubaldo Arata
Música: Renzo Rossellini

Edição: Eraldo Da Roma

Elenco: Aldo Fabrizi, Anna Magnani, Marcello Pagliero, Vito Annicchiarico, Nando Bruno, Harry Feist

Prêmios: Grande Prêmio do Festival de Cannes; Indicado ao Oscar de Melhor Roteiro


Sessão passada em fotos: “O Enigma de Kaspar Hauser”



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07/10/2008 - Love and Death

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Fonte: de Cineclube fdup

A primeira sessão do Cineclube FDUP foi um sucesso.
Após uma cativante apresentação de Lídia Queirós, Woody Allen fez rir uma plateia com cerca de 45 pessoas.
Um excelente começo para o Cineclube, que mais uma vez promete trazer cinema de qualidade ao anfiteatro 1.01, e à biblioteca da Faculdade de Direito da Universidade do Porto.
Até daqui a 15 dias…