Grazie!

cineclubismo, internacional 0 nenhum

Fonte: de Cineclube fdup

CICLO DE CINEMA ITALIANO

O cinema italiano vive de novo um momento alto. O sucesso recente de alguns filmes (exibidos e premiados nos melhores festivais de cinema do mundo) trouxe consigo uma «espécie de euforia» (JLR, Expresso) e um aumento significativo de espectadores. A Medeia Filmes propõe para esta rentrée cinematográfica no Porto, um CICLO DE CINEMA ITALIANO. A exibir no Teatro do Campo Alegre, a partir de 9 de Outubro, e ao longo de 3 semanas. São 21 filmes, a partir do pós-neo-realismo até aos nossos dias. Obras incontornáveis dos «mestres» Viconti, Fellini, Antonioni, Pasolini. As gerações que se lhe seguiram: Bertolucci, Belochio, Moretti…, até ao novo cinema napolitano, como Mario Martone. Actores e actrizes, como Marcello Mastroianni, Claudia Cardinale, Alida Valli, Silvio Orlando, Nicoletta Brashi, Michele Placido… Argumentistas como Tonino Guerra. Músicos como Ennio Morricone, Nino Rotta… Para ver ou rever. Sim, porque como dizia Mastroianni, nós amamos [este] cinema.

TEATRO DO CAMPO ALEGRE - 9 A 29 DE OUTUBRO

Quinta, 9 Outubro
SENSO / SENTIMENTO
de LUCHINO VISCONTI

Sexta, 10 Outubro
IL GATTOPARDO / O LEOPARDO
de LUCHINO VISCONTI

Sábado, 11 Outubro
LA DOLCE VITA / A DOCE VIDA
de FEDERICO FELLINI

Domingo, 12 Outubro
AMARCORD
de FEDERICO FELLINI

Segunda, 13 Outubro
FELLINI 8 E ½
de FEDERICO FELLINI

Terça, 14 Outubro
IL DECAMERON / DECAMERON
de PIER PAOLO PASOLINI

Quarta, 15 Outubro
I RACONTI DI CANTERBURY / OS CONTOS DE CANTERBURY
de PIER PAOLO PASOLINI

Quinta, 16 Outubro
IL FIORE DELLE MILLE E UNA NOTTE / AS MIL E UMA NOITES
de PIER PAOLO PASOLINI

Sexta, 17 Outubro
BLOW UP
de MICHELANGELO ANTONIONI

Sábado, 18 Outubro
THE PASSENGER / PROFISSÃO : REPÓRTER
de MICHELANGELO ANTONIONI

Domingo, 19 Outubro
LAST TANGO IN PARIS / O ULTIMO TANGO EM PARIS
de BERNARDO BERTOLUCCI

Segunda, 20 Outubro
IL MOSTRO / O MONSTRO
de ROBERTO BENIGNI

Terça, 21 Outubro
APRILE / ABRIL
de NANNI MORETTI

Quarta, 22 Outubro
APASSIONATE / APAIXONADAS
de TONINO DE BERNARDI

Quinta, 23 Outubro
RESPIRO
de EMANUELE CRIALESE

Sexta, 24 Outubro
LA FINESTRA DI FRONTE / A JANELA EM FRENTE
de FERZAN OZPETEK

Sábado, 25 Outubro
LA MEGLIO GIOVENTÙ / A MELHOR JUVENTUDE (parte 1)
de MARCO TULLIO GIORDANA

Domingo, 26 Outubro
LA MEGLIO GIOVENTÙ / A MELHOR JUVENTUDE (parte 2)
de MARCO TULLIO GIORDANA

Segunda, 27 Outubro
CANTANDO DIETRO I PARAVENTI / CANTANDO POR DETRÁS DAS CORTINAS
de ERMANNO OLMI

Terça, 28 Outubro
BUONGIORNO, NOTTE / BOM DIA, NOITE
de MARCO BELLOCCHIO

Quarta, 29 Outubro
L’ODORE DEL SANGUE / O ODOR DO SANGUE
de MARIO MARTONE

Sessões às 18h e 22h. Bilhetes 3.5euros.

Ontem fui ver o primeiro do ciclo, Sentimento, do Visconti. Fantástico…

My Blueberry Nights - O beijo roubado (Wong Kar-Wai)

internacional 3 falaram

hspace=0

Centro Cultural Vila Flor

Domingo, 14 de Setembro - 21:45

Para quem tenha visto «Chungking Express» (1994) mas, sobretudo, «In the Mood for Love» (2000) reconhece imediatamente em «My Blueberry Nights – O Sabor do Amor» as sedutoras fragrâncias do cinema do chinês Wong Kar-Wai. Pode então dizer-se que este novo filme de Kar-Wai é cinema de autor? Pode, mas na minha opinião não deve. Fazê-lo seria diminuir a dimensão dramática do filme que importou para o cinema a cantora jazz Norah Jones. E em boa hora o fez.

Se lerem em algum lado que «My Blueberry Nights» é um filme imperfeito, acreditem. Se vos disserem que a vida não é perfeita, acreditem também. Se alguém vos confidenciar que cinema é muitas vezes o retrato fiel da vida, acreditem ainda. Porque é precisamente da vida que falamos no filme em que partindo de um bar em Nova Iorque onde desabafa intimidades com Jeremy (Jude Law), Elisabeth (Norah Jones) resolve reinventar-se. Como mulher e como pessoa. E parte sem destino determinado e tempo definido. Fá-lo ao jeito de confissão para Jeremy mas redireccionando para os espectadores do cinema de Wong Kar-Wai singulares postais da América. Singulares porque ilustram os locais por onde vai passando através das gentes que em nome da sobrevivência se enganam a si mesmas procurando mostrar uma adaptação que estão longe de alcançar a um mundo que em boa verdade lhes é adverso (personagem de Natalie Portman) ou fugindo do amor que desejam mas cuja força são incapazes de suster (personagem de Rachel Weisz).

Pela sua impossibilidade, mais uma vez a realização de Wong Kar-Wai filma a dimensão trágica do amor. Neste caso, do amor entre um homem e uma mulher mas também do amor filial de uma filha por um pai. E enquanto comboios cruzam a noite e os reflexos das luzes no escuro nos embalam para um universo de encanto e tentação, a banda sonora da responsabilidade de Ry Cooder permite-nos o toque final no arrebatamento pelo filme.

Pelo magnetismo da sua interpretação Norah Jones tem um início de carreira auspicioso, Rachel Weisz apresenta-se na tela mais bela que nunca, David Strathairn compõe um polícia amargurado pela infelicidade no amor, Natalie Portman revela um lado frenético e intranquilo que não se lhe conhecia na enganosa segurança da sua personagem e Jude Law arranca uma prestação irrepreensível. Sem excessos, sem se colocar em bicos de pés, ele está lá e é peça fulcral no desenlace do nó que Kar-wai concebeu. Ele que aguarda tranquilamente pelo amor na prolongada espera por Elisabeth.

E é neste itinerário percorrido por almas à deriva, neste plano geral de vários postais ilustrados, que se fez um quadro único em que Wong Kar-Wai reproduz o sabor do amor. E se ouvirem dizer que «My Blueberry Nights» é isto ou aquilo, não acreditem. Não vão por aí, sigam em alternativa o caminho de uma sala de cinema e assistam ao filme, confiram por vós. No fim, corram a comer uma tarte de mirtilo. Pode ser o vosso dia. Quem sabe alguém decide limpar-vos os lábios de um modo muito especial!?

19º Festival de Curtas começa amanhã e promete movimentar SP

cinema brasileiro, dicas, festivais, internacional, maio de 68, mostra de vídeos, notícias 0 nenhum

Política Viva é o tema do 19º Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo, que começa amanhã, sexta-feira, 22, e vai até o dia 29 de agosto, exibindo filmes premiados em Cannes, Clermont-Ferrand, Berlim e Veneza, em diversas salas pela capital paulista. O tema inspira mostras especiais sobre maio de 1968 e curtas militantes da década de 1980, totalizando 381 filmes de 54 países, sendo 106 brasileiros. Em 2007, foram 210 sessões com entrada gratuita nas 10 salas de exibição de São Paulo.

O Festival conta com seis programações, subdivididas nas categorias Programas Brasileiros, Mostra Internacional, Mostra Latino Americana, Mix Brasil, Programas Especiais e Atividades Paralelas, incluindo uma mostra de filmes produzidos nas Oficinas Kinoforum de Realização Audiovisual.

Para a Revista Roling Stone brasileira, um dos destaques será a mostra Carta Branca ao Submarino Vermelho, com filmes de cunho político, e curadoria do coletivo que nomeia a mostra, formado por estudantes de cinema. Entre os filmes estão Maranhão 66, de Glauber Rocha, encomendado por José Sarney, logo após ser eleito governador do Maranhão em 1966; e, Liberdade de Imprensa, de João Batista de Andrade, primeiro filme do cineasta, sobre a imprensa após o golpe militar de 1964. A série Maio de 68, produzida para a TV, e curtas produzidos por estudantes, também integram a programação.

ReproduçãoNa Mostra Internacional estão Eu sou Bob, ganhador do Prêmio Fernand Raynaud de melhor comédia, no Festival de Court-Métrage Clermont-Ferrand, em 2008; e, Danou-se (foto), que levou o Leão de Prata de melhor curta-metragem, na Bienal de Veneza, em 2007. A Mostra Mix Brasil traz filmes que retratam o universo gay. Entre eles estão dois filmes protagonizados por Phedra D. Córdoba, do grupo paulista Satyros: o doc Phedra e a ficção Os Sapatos de Aristeu.

Uma retrospectiva do cineasta argentino Gustavo Taretto será apresentada no programa Cinema e Espaço Urbano. Taretto estará presente na exibição de seus filmes durante o festival.

O Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo caracteriza-se como um espaço de encontro público entre representantes e curadores de festivais internacionais, realizadores, estudantes e profissionais de audiovisual, e reune convidados de todo o País e do exterior.

A programação completa, com as salas de cinema e os horários de exibição de cada filme estão no site do evento.

Boxing Day no Indie Lisboa 2008

internacional 0 nenhum

QUINTA 29

INDIE LISBOA 2008

BOXING DAY

de Kriv Stenders

com Richard Green e Tammy Anderson

2007 - 81 min - M/16

GA Centro Cultural Vila Flor - 21h45

Organização: CCVF, Cineclube de Guimarães

filme
filme

Contado em tempo real e num único plano-sequência, “Boxing Day” documenta minuciosamente os acontecimentos ocorridos ao longo de uma tarde da vida de Chris – alcoólico em recuperação e pai alienado. A viver sozinho em prisão domiciliária, Chris está a preparar o almoço de Natal para a filha adolescente quando um velho amigo aparece e lhe relata a perturbante verdade sobre o novo namorado da sua ex-mulher. A tensão vai-se acumulando até ao ponto de não retorno. O filme documenta em meticulosos detalhes a lancinante jornada de uma família perigosamente à beira da desintegração. Concentrado e poderoso, “Boxing Day“ é um psicodrama que vive muito do carisma e forte presença do actor principal, também ele ex-condenado na vida real.

Em Nome do Povo Italiano no cineclube Guimarães

internacional 0 nenhum


Em Nome do Povo Italiano (In Nome del Popolo Italiano, 1971 - 103 min.)

Não é difícil entender porque motivo “Em Nome do Povo Italiano” teria dificuldades em ser exibido antes do 25 de Abril de 1974. A provocação começa no retrato grotesco desenhado por Dino Risi, dum industrial de extrema-direita, sem qualquer respeito pela justiça ou pela moral, dono de uma imensa fortuna construída em cima de artimanhas ilegais ou desonestas.

O confronto dá-se com um procurador incorrupto e cujos valores ideológicos sobrepõem-se à ética da justiça. Militante de esquerda, leitor assíduo de jornais comunistas e incapaz de se deixar seduzir pelo poder.

Quando uma bonita jovem aparece morta com demasiados vestígios de golpes sobre o rosto e as pernas e demasiada droga no organismo para poder ser considerada uma morte natural, o juíz Bonifazi, que odeia o industrial, coloca-o rapidamente como suspeito do homicídio.

Cineclube Guimarães
Largo João Franco, n.º19 2º
Apartado 221
4800 Guimarães - Portugal

Procurou seu nome no Google e decidiu fazer um documentário

internacional 0 nenhum

A imagem “http://photos1.blogger.com/x/blogger2/4412/319756775387832/240/z/844161/gse_multipart62363.jpg” contém erros e não pode ser exibida.Kim Killeen, um ator de Los Angeles, fez o que muitos já fizeram - procurou o próprio nome no Google. Achou homônimos e decidiu ir atrás de alguns deles. Transformou tudo isso em um documentário - Google Me - que estreou 6ª feira no YouTube. Jim encontrou e entrevistou outros 6 (seis) Jim Killeens - um padre na Irlanda, um engenheiro de tráfego na Escócia, um executivo na Austrália, além de mais 3 nos EUA.

Fonte: BlueBus

Spike Lee fará filme com celular

internacional 0 nenhum

O cineasta Spike Lee se juntou à Nokia para produzir um filme com imagens feitas a partir de celulares de pessoas comuns, no que ele chama de “democratização do cinema”. O filme da Nokia Productions terá três atos. Uma “tarefa” para cada ato será anunciada na Internet e, a partir de então, as pessoas terão quatro semanas para cumpri-la.

“Você está vendo em primeira mão a democratização do filme”, disse Lee em um comunicado.

“Aspirantes a cineasta não precisam mais freqüentar a escola de cinema para fazer um ótimo trabalho. Com um simples telefone celular, quase todo mundo pode virar cineasta”, completou.

Lee foi indicado ao Oscar de melhor roteiro original por Faça a Coisa Certa, em 1990, e de melhor documentário por 4 Little Girls, em 1998. O filme vai abordar a maneira como a música conta a história da humanidade, e as pessoas podem enviar textos, músicas, vídeos ou imagens.

A Nokia vai escolher 25 obras que serão submetidas a uma votação online. As 10 mais votadas passam pela avaliação de Spike Lee, que escolherá a melhor para cada ato. Lee dirigirá o filme usando o site. A versão final, com as três melhores colaborações e outros conteúdos colaborativos, vai estrear no fim do ano em Los Angeles.

Fonte: Reuters

Cineclubes franceses relembram maio de 68

internacional 0 nenhum

 

Patrick Leboutte e Jean-Pierre Thorn convidam Michel Andrieu, cineasta, co-fundador do l’ARC, principal coletivo de cineastas ativistas no movimento de maio e junho de 1968, Daniela de Felice e Matthieu Chatellier, autores do filme, “Greve geral - (G)rêve général(e)”, com a participação de dois célebres membros do movimento: Guy Robert, militante sindicalista e Yves Sallesse, líder estudantil.

Filmes da mostra

Rhodia 4×8 do grupo Medvedkine de Besançon. França. 1969. 4 mn.
Sur des images réalisées par un collectif d’ouvriers-cinéastes, ses complices, Colette Magny chante la condition ouvrière, donnant à voir son insoutenable réalité. Le seul exemple connu de scopitone prolétarien.

Oser lutter, oser vaincre do grupo Ligne rouge. Realização: Jean-Pierre Thorn. 1968-69. 1 h 28.
Le film majeur de la période. Mai-juin 68 filmé et vécu du côté des ouvriers grévistes, de l’intérieur de l’usine Renault-Flins occupée. Au rebours des commémorations médiatiques réduisant les événements à un simple prurit libertaire, le film de Jean-Pierre Thorn est un document essentiel, rappelant que mai 68 écrivit une des plus belles pages de l’histoire ouvrière française.
Debate após a exibição.

CA13 Realização: Renan Pollès. França. 1968. 40 mn.
CA13 présente la face cachée des événements de mai, s’attachant à sa dimension non spectaculaire. Loin des grands leaders, des manifestations fleuves et des nuits émeutières, il suit anonymes et simples citoyens dans leur activité militante quotidienne, à la base, au sein du Comité d’action du 13ème arrondissement de Paris. Libre circulation de la parole, présence remarquable des femmes, discussions journalières sur la stratégie : une utopie se concrétise sous nos yeux, celle d’une démocratie directe pensant collectivement son organisation et s’inventant en commun.

La reprise du travail aux usines Wonder de Pierre Bonneau e Jacques Willemont. 1968. 9 mn.
« En mai 68, le travail reprend, les syndicats font semblant de crier victoire, les élections ne sont pas loin. Aux usines Wonder aussi tout rentre dans l’ordre. Soudain une femme ose se révolter, elle craque, elle dit qu’elle ne veut pas reprendre le travail, que c’est trop horrible. Un étudiant de l’IDHEC est là avec une caméra et un magasin de douze minutes. Il enregistre la « scène ». Ce petit film, c’est la scène primitive du cinéma militant, La Sortie des usines Lumière à l’envers. C’est un moment miraculeux dans l’histoire du cinéma direct. La révolte spontanée, à fleur de peau, c’est ce que le cinéma militant s’acharnera à refaire, à mimer, à retrouver. En vain. » (Serge Daney et Serge Le Peron, « Le direct en dix images », in Cahiers du cinéma, 323/324, mai 1981).
Debate após a exibição.

Cinema nacional ganha impulso para parceria estrangeira

cinema brasileiro, internacional 0 nenhum

São Paulo - O Brasil produziu 27 filmes em parceria com outros países desde 2006. Antes disso, a média de co-produções no País era de uma ao ano. A informação é da Agência de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex Brasil), ligada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, que, junto do Ministério da Cultura, criou, há dois anos, o programa Cinema do Brasil. A intenção era promover encontros entre produtores brasileiros e estrangeiros e fortalecer o segmento nacional do ponto de vista do investimento. “Com a ‘binacionalidade’, você garante que o filme seja explorado em, no mínimo, dois países”, afirma o presidente do Cinema Brasil, o cineasta André Sturm. “Isso levanta e gera recursos e é interessante do ponto de vista econômico”, considera.

A partir de quinta-feira, uma delegação com 25 produtoras que contam com o incentivo do Cinema do Brasil participa da 58ª edição de um dos mais importantes eventos de cinema do mundo, o Festival de Berlim. Além do filme “Tropa de Elite”, de José Padilha, selecionado para concorrer ao Urso de Ouro, os investidores europeus assistirão a nove produções brasileiras e terão, no mercado do Festival, infra-estrutura para estabelecer contato com os profissionais brasileiros. A função do programa é justamente essa: garantir que esses encontros se realizem, levando os produtores brasileiros para fora e trazendo estrangeiros ao Brasil.

Esta semana, antes de Berlim, o Festival da Curta Metragem de Clermont-Ferrand, na França, terá, pela primeira vez, representantes brasileiros. A delegação vai à Europa com incentivo do Cinema do Brasil. Para março, o programa está organizando um evento no País para receber uma missão canadense com 30 produtores. O alvo são países com potencial para investimento em co-produções. “Os Estados Unidos são os maiores produtores de cinema, mas não fazem parcerias e não compram filmes estrangeiros”, explica Sturm. “Já na Europa, as co-produções são comuns, tem países que tem até institutos para isso. São esses lugares que buscamos”, diz.

Geração de negócios
Desde 2006, o cinema brasileiro gerou um volume de negócios de US$ 43 milhões, segundo a Apex. Antes disso, o presidente do programa conta que a estimativa era de geração de US$ 5 milhões a US$ 6 milhões. “As co-produções incentivam a cultura em seu sentido mais amplo, com a exposição de costumes brasileiros no exterior. E são importantes economicamente”.

Para Sturm, o incentivo institucional é importante para conseguir parcerias estrangeiras. “Vários produtores já tentavam fazer isso e tinham muita dificuldade. Ir sozinho a festivais, sem ter estrutura e apoio é caro e difícil”, explica. O Cinema Brasil tem investimento anual orçado em R$ 5 milhões, e conta com 95 produtoras associadas em todo o País. “Para produtores que apostam em profissionalização tem sido bastante produtivo”, avalia o cineasta. (Aline Scátola)

Visite www.cinezine.com.br e participe

Cineclube de Olhão quer apostar nos documentários

internacional 0 nenhum

O Cineclube de Olhão vai voltar a apostar nas sessões de cinema ao ar livre, no Verão. A esplanada da Sociedade Recreativa Olhanense vai reviver «os tempos áureos do cinema em Olhão», à semelhança do que aconteceu nos últimos dois anos.

O presidente da associação olhanense Vico de Melo deixou esta garantia e acredita que, em 2008, o cineclube que dirige pode dar um salto na sua actividade.

«Vão nascer dois novos espaços culturais na cidade, a biblioteca e o auditório, o que nos permitirá desenvolver outras acções», disse.

Uma das grandes vantagens será o facto de poderem passar a usufruir de um espaço de exibição gratuito, o que lhes permitirá poupar algum dinheiro.

Com este fundo de maneio, que até agora é utilizado na totalidade no aluguer de filmes, da sala do Cinalgarve e nas despesas de funcionamento, Vico de Melo conta poder promover mais ciclos e, eventualmente, pôr Olhão na rota de festivais nacionais, acolhendo extensões destes.

O presidente do cineclube de Olhão elege o estilo do documentário como o privilegiado, neste campo. Uma das ideias é trazer a Olhão as obras premiadas «no festival DocLisboa».

Este ano, o cineclube de Olhão também vai apostar numa candidatura à Rede Alternativa de Exibição do ICAM, à qual já estão ligadas às cidades de Tavira e Faro.

Visite www.cinezine.com.br e participe
Polkadots
Technorati Profile | RSS RSS de comentrios Log in