21/10/2008 - Los Olvidados

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Fonte: de Cineclube fdup

A segunda sessão do Cineclube FDUP é já amanhã.
Após o sucesso de Love and Death de Woody Allen, segue-se outra fabulosa obra cinematográfica, desta feita Los Olvidados de Luís Buñuel.
Com apresentação de Inês Silvestre e crítica de Francisco Noronha, Los Olvidados promete fazer as delícias da plateia ávida de bom cinema.
Até já.

Cineclube do CES apresenta: “A batalha de Argel”

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Fonte:centrodosestudantes de blog do centro dos estudantes de santos e região

O fio condutor da história é a ação dos integrantes da Frente de Libertação Nacional (FLN), organização argelina que lutava pela libertação do povo da colônia francesa. Por meio da história e das ações dos residentes na Casbah, o maior bairro popular da capital do país, o filme mistura realidade e ficção para traçar um recorte profundo do processo de libertação de colônias européias na África.

Rodado em 1965 pelo diretor Gillo Pontecorvo e proibido no Brasil (e na França, claro), este quase-documentário muda a história do cinema e prova que expressão política e expressão artística, na mesma medida, podem resultar em um dos filmes mais belos e sem folêgo da história do cinema.

18/10 (sábado), 17h, no CES (Av. Ana Costa, 308, Santos - próximo ao Extra)

      

Hell Ride – Antevisão

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Fonte: de Cineclube fdup

Já o tenho e sinceramente guardo grandes espectativas. Um elenco de luxo, entre os quais Vinnie Jones (que se esquece dos seus papeis em “ Snatch “ , e “ Lock Stock and two smoking Barrels “), o grande Michael Madsen, e um dos meus heróis de sempre o Dennis Hopper. Produzido por Tarantino, uma historia de vingança com motas, rock’n’roll, álcool mulheres bonitas, e violência, muita violência. Isto é arte, a arte do puro entretenimento, espero que o filme corresponda a todas as expectativas … Domingo farei uma critica ao filme, até lá fica o trailer para aguçar apetites.

Cineclube Natal - 140ª exibição: A Primeira Noite de Tranquilidade

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Fonte: de Cineclube Natal


O cinema existencial de
Valerio Zurlini na Sessão Vanguarda

O Cineclube Natal, em parceria com o Teatro de Cultura Popular, apresentará domingo, dia 19 de outubro, o filme A Primeira Noite de Tranquilidade, do diretor italiano Valerio Zurlini. A sessão do projeto Cine Vanguarda começará às usuais 17:00 horas e a entrada custa R$ 2,00 (dois reais).

Conhecido como “O Poeta da Melancolia”, Zurlini teve uma carreira cinematográfica escassa, constituída por apenas oito filmes, mas o suficiente para mostrar extrema qualidade, como em A Primeira Noite de Tranqüilidade, filme tido como sua obra-prima e que tornou-se um marco na prolífica carreira de Alain Delon, cuja atuação como o personagem Daniele Dominici lhe rendeu elogios da crítica à época do lançamento da película.

O filme se passa na cidade italiana de Rimini, no início dos anos 70. Daniele Dominici é um angustiado professor de literatura que se envolve afetivamente com uma de suas alunas, numa tentativa de preencher o vazio existencial de sua vida. Zurlini apresenta neste filme ecos de um movimento influente naquela época: o existencialismo. Filósofos como Albert Camus e Sartre escreveram sobre homens que vivem sem rumo, nômades ateus que escondem seu passado e ignoram seu futuro. E essas características definem o
protagonista Dominici, um intelectual introvertido, cuja psique casa perfeitamente com o ideal do existencialismo – o passado de Dominici é apresentado em doses homeopáticas: ele é um estranho até mesmo em sua cidade natal, não possui vínculos religiosos ou falimilares e é apolítico: “Para mim, fascistas e socialistas são iguais. Só que os fascistas são mais cretinos”, diz ele durante uma aula.

Entretanto, cabe a ressalva que Zurlini não faz de seus filmes melodramas, como outros diretores italianos do mesmo período. Ele é um mestre do rigor formal, das longas e graciosas tomadas de composição quase matemática. Seus enquadramentos são complexos e precisos, mas operados com tamanha graça que parecem espontâneos. Ele é um cineasta minimalista, de emoções contidas. A Primeira Noite de Tranqüilidade é um filme belo e sereno, que resgata as principais características da obra anterior do diretor (o amor impossível, a melancolia, a crítica sutil ao vazio da burguesia italiana já haviam aperecido no belo “A Moça com a Valise”), mas aplica a elas usa abordagem menos direta, mais poética e evocativa, mais oblíqua e controlada.

Diretor de técnica apurada e intelectualidade indiscutível, Zurlini foi, para o mundo do cinema, como um furacão; apareceu com obras que arrebataram toda uma geração de cinéfilos e seguiu seu caminho. Pena que sua carreira foi tão curta (o diretor morreu em 1982, aos 56 anos). O Cineclube Natal convida todos os amantes do cinema para conferir mais esse grande clássico.


Assista aqui a uma cena (em francês) de A Primeira Noite de Tranquilidade:

Sessão Cine Vanguarda
Domingo, 19 deoutubro
17 horas
TCP - Teatro de Cultura Popular “Chico Daniel”
Rua Jundiaí, 641, Tirol
Fone: 3232-5307
R$ 2.00
Classificação indicativa: 16 anos


[FICHA TÉCNICA: "A PRIMEIRA NOITE DE TRANQUILIDADE"]
Título original: La Prima Notte Di Quiete
País: Itália, França
Ano: 1972
Duração: 125 minutos
Cor: colorido
Idioma: italiano
Gênero: drama, romance
Estúdio: Valoria Films, Titatuns
Roteiro: Enrico Medioli, Valerio Zurlini
Direção: Valerio Zurlini
Fotografia: Dario Di Palma
Música: Mario Nascimbene
Direção de Arte:
Figurino: Luca Sabatelli
Edição: Mario Morra
Elenco: Alain Delon, Lea Massari, Giancarlo Giannini, Sonia Petrova, Salvo Randone, Renato Salvatori, Alida Valli


Sessão passada em fotos: “O Enigma de Kaspar Hauser”

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Cineclube Aliança Francesa - Badesc (Outubro)

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Fonte: de aliança francesa florianópolis

06/10 - Samia
(França, 2000).
De
Philippe Faucon. Com Kheira Oualhaci, Lynda Benahouda, Mohamed Chaouch, Nadia El Koutei, Yamina Amri. Drama em Cores. Duração 73’.Samia tem 15 anos e vive na periferia de Marselha. Sexta das oito filhas de uma família argelina tradicionalista. Samia sente-se sufocada sob o peso da moral repleta de crenças e tabus que ela respeita mas não compartilha mais… Perseguida por seu fracasso escolar e obrigada a viver clandestinamente seu primeiro namoro. Samia descobre que terá de assumir sozinha as suas escolhas de vida.

13/10 - Jacquot de Nantes
(França, 1991).
De
Agnès Varda. Com Édouard Joubeaud, Philippe Nahon. PB. Duração 118’.”Esta é a magnífica história do talento de Jacquot, filmado por uma mulher que ele encontrou em 1958 e que desde então compartilhou sua vida”.Era uma vez um menino criado numa oficina mecânica, na qual todos amavam cantar. Era 1939, ele tinha 8 anos e adorava marionetes e operetas. Mais tarde, ele quis fazer cinema, mas seu pai o fez estudar mecânica… Trata-se de Jacques Demy e de suas recordações. O filme é a crônica de seus jovens anos com seu irmãozinho, seus amigos, seus jogos, suas trocas de objetos, a visita da “tia do Rio”, os amores infantis, os primeiros filminhos… É uma infância feliz e uma adolescência obstinada que nos são contadas, apesar dos eventos da guerra e do pós-guerra. É a evocação de uma vocação, filmada pela mulher que Jacquot conheceu em 1958 e que dividiu com ele sua vida desde então. Seleção oficial do Festival de Cannes 1991 (fora de competição)

20/10 - O último dos loucos
Le Dernier des Fous (França, 2006).
De
Laurent Achard. Com Dominique Reymond, Mathias Mlekuz. Cores. Duração 96’.É verão e começo das férias. Martin tem onze anos, vive na fazenda de seus pais e observa, desamparado, a desunião de sua família: sua mãe vive enfurnada em seu quarto, seu irmão mais velho, que ele adora, se afoga no álcool, e seu pai é dominado pela avó. O menino assiste a um desastre familiar. Mas Mistigri, seu gato, e Malika, uma amiga marroquina procuram lhe reconfortar de alguma forma…

27/10 - Bud Yam
(França, 1997).
De
Gaston J-M Kabore. Com Serge Yanogo, Amssatou Maiga, Sévérine Ouddouda. PB. Duração 99’.*Prêmio Etalon de Yennenga, Fespaco 1997*Wend Kuuni foi encontrado quase morto na selva quando era criança e foi adorado por uma família. Apesar de ter sido aceito pela comunidade da aldeia continua a ser tratado como um forasteiro. A vida em família decorre serena até o dia que Poghnéré, sua irmã adotiva, fica gravemente doente. Wend Kuuni parte em busca de um curandeiro lendário para salvar sua irmã da morte. sai então de sua aldeia dotiva e coemça uma jornada iniciática que o conduzirá rumo às suas prórpias raízes.

Uma pequena questão sobre a videoarte

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Fonte: de Pickpocket

Fui conferir a nova exposição da Fundação Cultural BADESC, entitulada Ninho. Sua premissa é praticamente um dispositivo. Várias artistas (pelo que me lembro, todas mulheres) foram convidadas a elaborar criações a partir do conceito que dá nome à exposição. Há fotografias, projeções, videos, objetos, etc. Dei uma olhada com calma em todos, mas não vou me ater aos trabalhos, alguns gostei, outros não. Quero comentar é algo sobre a videoarte de Cláudia Zimmer.

Deixo claro que isso não se trata de uma crítica de arte e que não farei um julgamento detido da obra de Zimmer. Vou apenas discutir um ponto que ela me suscitou.

A obra se chama Como ao menos construir um ovo e é composta por um vídeo e uns folhetos para o público levar para casa. No folheto, instruções de como fazer um desenho técnico de um ovo. No vídeo, a execução desse desenho em um plano plongée fixo de um pouco mais de 5 minutos, sem cortes. Vemos apenas as mãos, o papel, o lápis, a borracha e o compasso.

O trabalhou me tocou por contrastar com uma frieza técnica a idéia de algo tão quente e maternal quanto um ovo. O título ajuda um pouco a colocar esse contraste como uma tensão em um sujeito materno. E ao que me pareceu, esse sujeito pode sentir duas coisas praticamente opostas: o fardo da procriação como um trabalho preciso e a frustração de não poder procriar, restando ao menos uma técnica fria que faz relembrar algo perdido. Por esse pequeno percurso mental que fiz, achei o trabalho interessante.

Mas quando assisti ao vídeo me incomodei um pouco. Me incomodei porque já vi isso diversas vezes. Não um ovo sendo desenhado, mas uma idéia de que videoarte tenha que ser dessa forma. E aí chegamos ao que quero comentar.

Troque o desenho do ovo por mãos cortando um arranjo de flores, ou escrevendo palavras em um corpo, ou ainda escovando dentes. O que acontece é que geralmente esses trabalhos investem simultaneamente em duas coisas: a desantropomorfização da imagem cinematográfica e a concretude da duração.

Bem de acordo com o que parece ser a lógica da arte atualmente, esses procedimentos vão na direção de um pensamento que é não-pensamento (como diz o Rancière) e por isso apostam em algo que escapa, que foge do conjunto que identifica sua prática. No caso da imagem em movimento são essas duas premissas citadas acima, e que acabam por sabotar a relação entre espectador e imagem. Onde deveria haver um efeito compensatório, há uma barreira, uma opacidade, um enunciado que nos diz: essas imagem são alheias a você, saia daqui.

Nada de errado com essa escolha. É muito interessante até. Podemos inclusive fazer relação com momentos da história do cinema em que se investiu de maneira aproximada nessa opacidade. Mas o que me incomoda é que isso, no contexto da videoarte, parece ter se tornado um cacoete, ou pior, um porto-seguro que cristaliza as possibilidades do suporte. Tanto que além desse recurso do plano fixo, há também uma pequena variação muito explorada, a do plano-seqüência. Nela, há o mesmo investimento em desumanização e duração. Correr com sorvete pela cidade, subir escadas proferindo nomes… esses trabalhos acabam criando a mesma relação que temos com o desenho técnico do ovo.

A imagem cinematográfica permite uma variedade de procedimentos. E há muitas coisas para explorar que prescindem do regime do filme ficcional, mesmo que usados nele. Alguns que me vêm à mente agora: a iluminação, o foco, o extracampo, o jogo entre imagem e som, as fusões, a montagem, a brincadeira com uma gramática que já é universal, mas pode ser sabotada, retrabalhada, intensificada.

A videoarte não precisa ficar no anódino, no trabalho com a câmera como se fosse mero quadro em movimento. Pode-se investir plasticamente nas inúmeras possibilidades que uma filmadora caseira e um programa de edição proporcionam. É essa timidez em explorar o suporte que não entendo. Talvez tenha algo a ver com uma aversão ao controle que o meio cinematográfico impõe na experiência e que não tem muito a ver com o ambiente de exposição. Mas supor que esse controle já se manifesta no uso dessas possibilidades expressivas não é só um erro, mas um preconceito.

O trabalho de Cláudia Zimmer pôde até ter usado com serenidade esse registro do plano fixo. Mas que estou cansado dele, estou. Ainda quero ver uma videoarte que dê tanta importância ao primeiro radical do seu nome, assim como dá ao segundo.

Grazie!

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Fonte: de Cineclube fdup

CICLO DE CINEMA ITALIANO

O cinema italiano vive de novo um momento alto. O sucesso recente de alguns filmes (exibidos e premiados nos melhores festivais de cinema do mundo) trouxe consigo uma «espécie de euforia» (JLR, Expresso) e um aumento significativo de espectadores. A Medeia Filmes propõe para esta rentrée cinematográfica no Porto, um CICLO DE CINEMA ITALIANO. A exibir no Teatro do Campo Alegre, a partir de 9 de Outubro, e ao longo de 3 semanas. São 21 filmes, a partir do pós-neo-realismo até aos nossos dias. Obras incontornáveis dos «mestres» Viconti, Fellini, Antonioni, Pasolini. As gerações que se lhe seguiram: Bertolucci, Belochio, Moretti…, até ao novo cinema napolitano, como Mario Martone. Actores e actrizes, como Marcello Mastroianni, Claudia Cardinale, Alida Valli, Silvio Orlando, Nicoletta Brashi, Michele Placido… Argumentistas como Tonino Guerra. Músicos como Ennio Morricone, Nino Rotta… Para ver ou rever. Sim, porque como dizia Mastroianni, nós amamos [este] cinema.

TEATRO DO CAMPO ALEGRE - 9 A 29 DE OUTUBRO

Quinta, 9 Outubro
SENSO / SENTIMENTO
de LUCHINO VISCONTI

Sexta, 10 Outubro
IL GATTOPARDO / O LEOPARDO
de LUCHINO VISCONTI

Sábado, 11 Outubro
LA DOLCE VITA / A DOCE VIDA
de FEDERICO FELLINI

Domingo, 12 Outubro
AMARCORD
de FEDERICO FELLINI

Segunda, 13 Outubro
FELLINI 8 E ½
de FEDERICO FELLINI

Terça, 14 Outubro
IL DECAMERON / DECAMERON
de PIER PAOLO PASOLINI

Quarta, 15 Outubro
I RACONTI DI CANTERBURY / OS CONTOS DE CANTERBURY
de PIER PAOLO PASOLINI

Quinta, 16 Outubro
IL FIORE DELLE MILLE E UNA NOTTE / AS MIL E UMA NOITES
de PIER PAOLO PASOLINI

Sexta, 17 Outubro
BLOW UP
de MICHELANGELO ANTONIONI

Sábado, 18 Outubro
THE PASSENGER / PROFISSÃO : REPÓRTER
de MICHELANGELO ANTONIONI

Domingo, 19 Outubro
LAST TANGO IN PARIS / O ULTIMO TANGO EM PARIS
de BERNARDO BERTOLUCCI

Segunda, 20 Outubro
IL MOSTRO / O MONSTRO
de ROBERTO BENIGNI

Terça, 21 Outubro
APRILE / ABRIL
de NANNI MORETTI

Quarta, 22 Outubro
APASSIONATE / APAIXONADAS
de TONINO DE BERNARDI

Quinta, 23 Outubro
RESPIRO
de EMANUELE CRIALESE

Sexta, 24 Outubro
LA FINESTRA DI FRONTE / A JANELA EM FRENTE
de FERZAN OZPETEK

Sábado, 25 Outubro
LA MEGLIO GIOVENTÙ / A MELHOR JUVENTUDE (parte 1)
de MARCO TULLIO GIORDANA

Domingo, 26 Outubro
LA MEGLIO GIOVENTÙ / A MELHOR JUVENTUDE (parte 2)
de MARCO TULLIO GIORDANA

Segunda, 27 Outubro
CANTANDO DIETRO I PARAVENTI / CANTANDO POR DETRÁS DAS CORTINAS
de ERMANNO OLMI

Terça, 28 Outubro
BUONGIORNO, NOTTE / BOM DIA, NOITE
de MARCO BELLOCCHIO

Quarta, 29 Outubro
L’ODORE DEL SANGUE / O ODOR DO SANGUE
de MARIO MARTONE

Sessões às 18h e 22h. Bilhetes 3.5euros.

Ontem fui ver o primeiro do ciclo, Sentimento, do Visconti. Fantástico…

Ciclo 17 - Wong Kar-Wai: Fragmentos, Paixão e Tempo

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Fonte:alice de Cineclube Beloca

Esse ciclo, que tem a curadoria do Lucas Nogara, é dedicado à obra do diretor Wong Kar Wai, considerado um dos mais brilhantes diretores do planeta. Foi o 1º chinês a ganhar o prêmio de melhor diretor no Festival de Cannes. Com uma série de obras-primas em seu currículo , “Dias Selvagens”, “Amores Expressos”, “Anjos Caídos” e “Felizes Juntos” , o diretor chinês continua explorando os temas solidão e desejo, como se pode ver no premiado “Amor à Flor da Pele”.

14/10/08 terça-feira

20h - Sala Dilo Gianelli - Theatro Municipal

Dias Selvagens

Wong Kar-Wai /em>

Hong Kong/1991/94 min

1960. Yuddy (Leslie Cheung) é um jovem que descobriu recentemente que a mulher que o criou, uma prostituta bêbada, não é sua mãe biológica. Ela se recusa a dizer quem é sua verdadeira mãe, até que a revelação desencadeia uma série de perturbações mentais em Yuddy. Paralelamente duas mulheres se apaixonam por ele, que se mostra incapaz de decidir com quem deseja ficar.

21/10/08 terça-feira

20h - Sala Dilo Gianelli - Theatro Municipal

Felizes Juntos

Wong Kar-Wai /em>

Hong Kong/1997/97 min

Um dos mais badalados filmes sobre relacionamento amoroso dos últimos tempos. O filme é um retrato de dois jovens orientais perdidos em uma Buenos Aires repleta de tango, amor, drama e escuridão. Porém, acima de tudo, estão perdidos dentro de uma relação amorosa cheio de dor e conflito.

28/10/08 terça-feira

20h - Sala Dilo Gianelli - Theatro Municipal

Amor à Flor da Pele

Wong Kar-Wai /em>

Hong Kong/2000/98 min

Um casal de amigos descobre que seus marido/esposa estão tendo um caso e terminam também se envolvendo romanticamente

Cineclube Natal - 139ª exibição: Roma, Cidade Aberta

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Fonte: de Cineclube Natal


O Neo-realismo vivo
de Rossellini no Cine Café

Nesta sexta-feira, dia 10 de outubro, o Cineclube Natal em Parceria com o Nalva Melo Café Salão, apresentará o filme italiano Roma, Cidade Aberta (1945), do diretor Roberto Rosselinni, abrindo o mês dedicado às produções italianas, que seguirá com as exibições (no Cine Vanguarda e no Cine Assembléia nos dias 19 e 30 de outubro, respectivamente) de “A Primeira Noite de Tranquilidade”, de Valério Zurlini e “Pai Patrão”, dos irmãos Taviani.

Entre 1943 e 1944, Roma, sob ocupação nazista, é declarada “cidade aberta”, para evitar bombardeios aéreos. Nas ruas, comunistas e católicos deixam suas diferenças de lado para combater os alemães e as tropas fascistas. Filmado logo após a libertação da itália, em locações reais e com atores amadores, Roma, Cidade Aberta tornou-se um dos marcos iniciais do neo-realismo italiano, que mostrou ao mundo que era possível se fazer cinema mesmo sob as condições mais precárias. O filme é considerado um dos maiores da história do cinema pela crítica mundial.

Se há uma concordância em apontar a tríade neo-realista Roberto Rossellini, Luchino Visconti e Vittorio De Sica, essa unanimidade não existe para determinar um filme como marco inicial do movimento. Foi, entretanto, com Roma, Cidade Aberta, apresentado em Cannes em 1946, que o neo-realismo italiano tomou proporções maiores. Outros cineastas prepararam, de fato, “o caminho”, mas foi Roberto Rossellini que pôs nas telas uma Roma nua, miserável, sórdida. Os símbolos da Itália popular e da Itália corrompida pelo fascismo são mostrados pelas mãos de um cineasta que inicia uma nova fase, recém
passado para o lado da Resistência.

Em Roma, Cidade Aberta, Rossellini tenta compreender e fazer compreender a situação da Itália àquela época. A personagem Pina, interpretada magistralmente por Anna Magnani, por exemplo, assume as feições trágicas da sociedade italiana que lutava por justiça e liberdade. Uma cena crucial envolvendo Pina ficaria marcada, eternamente, na história do cinema.

Roberto Rossellini é um dos diretores mais discutidos em razão de suas escolhas políticas, de sua vida privada e do cristianismo que está em muitas de suas obras. Em 1943, após um período aliado ao fascismo, se juntou à Resistência. O Padre Don Pietro, uma das figuras centrais de Roma, Cidade Aberta, explicita que naquela situação, pouco importava a religião, a classe social ou a ideologia política: os italianos deveriam se unir contra a ocupação. Don Pietro afirma, quando está sendo interrogado pelos nazistas, que é um padre católico, e acredita que quem combate pela justiça e a liberdade caminha nos passos do senhor, que são infinitos.

Mais tarde, o cineasta retomaria o tema da guerra, com mais dois filmes: “Paisá” (1946) e “Alemanha ano zero” (Germania anno zero, 1947). A “trilogia da guerra” é mais um testemunho das condições da Europa do pós-guerra e sua reconstrução, do que uma crítica ao regime fascista. É, porém, um testemunho necessário, que acaba sendo uma prova da luta do povo italiano em favor da liberdade mundial. Um grande clássico mundial, exibido num local charmoso e despojado. Estão esperando o quê? Todos os amantes da sétima arte estão convidados, especialmente aqueles interessados no cinema italiano.


Assista aqui a algumas cenas (com legendas em inglês) de Roma, Cidade Aberta:


Sessão Cine Café
Sexta, 10 de Outubro
20 horas
Nalva Melo Café Salão
Av. Duque de Caxias, 110, Ribeira
Fone: 3212-1655
R$ 2.00
Classificação indicativa: 16 anos


[FICHA TÉCNICA: "ROMA, CIDADE ABERTA"]
Título original: Roma, Città Aperta
País: Itália
Ano: 1945
Duração: 100 minutos
Cor: preto e branco
Idioma: italiano, inglês
Gênero: drama, guerra
Estúdio: Excelsa Film, Minerva Film Spa
Roteiro: Sergio Amidei, Federico Fellini, Roberto Rossellini, de uma estória de Sergio Amidei, Alberto Consiglio
Direção: Roberto Rossellini
Produção: Giuseppe Amato, Ferruccio De Martino, Rod E. Geiger, Roberto Rossellini
Fotografia: Ubaldo Arata
Música: Renzo Rossellini

Edição: Eraldo Da Roma

Elenco: Aldo Fabrizi, Anna Magnani, Marcello Pagliero, Vito Annicchiarico, Nando Bruno, Harry Feist

Prêmios: Grande Prêmio do Festival de Cannes; Indicado ao Oscar de Melhor Roteiro


Sessão passada em fotos: “O Enigma de Kaspar Hauser”



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07/10/2008 - Love and Death

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Fonte: de Cineclube fdup

A primeira sessão do Cineclube FDUP foi um sucesso.
Após uma cativante apresentação de Lídia Queirós, Woody Allen fez rir uma plateia com cerca de 45 pessoas.
Um excelente começo para o Cineclube, que mais uma vez promete trazer cinema de qualidade ao anfiteatro 1.01, e à biblioteca da Faculdade de Direito da Universidade do Porto.
Até daqui a 15 dias…

I INSOMNIA - Maratona de Filmes Musicais do Cineclube Beloca

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Fonte:alice de Cineclube Beloca

Para inaugurar em grande estilo o nosso novo sistema de som de ultima geração - e também para testar um novo formato de programação - o Cineclube Beloca realizará no dia 11 de outubro, sábado, a sua 1ª Maratona de Filmes Musicais. É um programa triplo, interativo, de filmes musicais. Início às 20 horas. E é interativo porque o público pode decidir a sequência dos acontecimentos durante a noite. Teremos café, pipoca, doces, água e refrigerantes. Se funcionar, faremos uma por mês, além da nossa programação normal. A entrada é gratuita. Não forneceremos travesseiros nem algodão para os ouvidos; se necessário, traga de casa.

11/10/08 - sábado

20h - Sala Dilo Gianelli - Theatro Municipal

Across The Universe

Julie Taymor

EUA/2007/131 min

Across the Universe parte de uma idéia irresistível, de contar duas histórias – uma, de amor, e outra, de uma geração, a dos loucos anos 60 – por meio das músicas dos Beatles. Conta a história de um grupo de amigos durante a revolução da contracultura na década de 60/70. Participações especiais de Bono Vox (do grupo U2) e Joe Cocker. Som Dolby Surround.

11/10/08 - sábado

22h - Sala Dilo Gianelli - Theatro Municipal

Roger Waters - In The Flesh

Ernie Fritz

EUA/2000/170 min

Grandioso show do líder da banda Pink Floyd realizado em Oregon, EUA, com músicas de vários álbuns - The Dark Side of The Moon, Animals, Wish You Were Here, The Wall - e dos álbuns solo de Roger Waters. Participação especial dos guitarristas Dayle Bramhall II, Snowy White e Andy Fairweather-Low. Som Dolby Surroun.

11/10/08 - sábado

0h - Sala Dilo Gianelli - Theatro Municipal

Led Zeppelin - The Song Remains The Same

Peter Clifton/Joe Massot

EUA/GB/1976/137 min

Documentário sobre uma das maiores bandas de rock de todos os tempos. Inclui a gravação integral do histórico show do Led Zeppelin no Madison Square Garden em Nova York. Um dos pontos altos é a versão de 23 minutos da música Dazed and Confused. Som reprocessado digitalmente.

RESCALDO - Se ainda houver algum sobrevivente de pé, o último filme será escolhido por votação.

12/10/08 - madrugada de sábado para domingo

02h - Sala Dilo Gianelli - Theatro Municipal

Semana Mundial dos Animais

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Fonte:alice de Cineclube Beloca

O cineclube Beloca, em parceria com a USPA (Sociedade Mundial de Proteção Animal - WSPA Brasil), fará o lançamento nacional do documentário “Animais: Seres Sencientes” de Denise Gonçalves.
A exibição fará parte da programação da Semana Mundial dos Animais, que vai de 04 a 11 de outubro que a USPA - SJBV estará promovendo.
A senciência, isto é, a capacidade de os animais sentirem dor, medo, prazer, alegria e estresse – além de terem memória e até saudade – é uma discussão recente no âmbito internacional e no Brasil.
O documentário procura mostrar que, de acordo com as mais recentes pesquisas científicas, os animais são seres sencientes, e não máquinas destinadas a nos servir. E isso se aplica a todos os animais vertebrados (mamíferos, aves, répteis, anfíbios, peixes). Para transmitir esses conceitos, o documentário conta com a participação dos maiores especialistas em bem-estar animal do Brasil e do mundo, que falam de maneira clara e didática sobre os animais (de companhia, de produção, selvagens, de entretenimento, etc.).

08/10/08 - quarta-feira

20h - Sala Dilo Gianelli - Theatro Municipal

Animais: Seres Sencientes

Denise Gonçalves

Brasil/2008/52 min

Pré-estréia de Netto e o Domador de Cavalos

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Fonte: de Cinclube lanterninha Aurélio

Programação de Outubro/2008 - A criança através do cinema de animação japonês

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Fonte: de Cineclube PiroCinese

A CRIANÇA ATRAVÉS DO CINEMA DE ANIMAÇÃO JAPONÊS

04/10/2008 - ONLY YESTERDAY (おもひでぽろぽろ, Omohide Poro Poro. Direção: Isao Takahata. 1991, 118 min.)

Baseado em um mangá de Okamoto Hotaru, conta a história de Okajima Taeko, empregada em um escritório em Tóquio. Ela viaja para o campo e passa relembrar sua infância. [Trailer]

11/10/2008 - MEU VIZINHO TOTORO (となりのトトロ, Tonari No Totoro. Direção: Hayao Miyazaki. 1988, 86 min.)

Mei é uma jovem que encontra uma pequena passagem em seu quintal, que a leva a um lendário espírito da floresta conhecido como Totoro. Sua mãe está no hospital, e seu pai divide o tempo entre dar aulas na faculdade e cuidar de sua mulher doente. Quando Mei tenta visitar a mãe por conta própria, se perde na floresta, e só Totoro pode ajudar a menina a achar o caminho de volta para casa. [Trailer]

18/10/2008 - O TÚMULO DOS VAGA-LUMES (火垂るの墓, Hotaru No Haka. Direção: Isao Takahata. 1988, 89 min.)

Uma trágica história sobre dois irmãos - Setsuko e Seita - que vivem no Japão dur…

Cineclube apresenta: Outubro é mês de revolução!

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Fonte:centrodosestudantes de blog do centro dos estudantes de santos e região

A revolução russa, ocorrida em outubro de 1917, abalou o mundo - e outubro entrou para a história como o mês em que o sonho virara realidade. Em memória a todos os processos revolucionários ou de enfrentamento direto de organizações revolucionárias pela derrubada do capital, o Cineclube do CES apresenta 4 sessões especiais de cinema sob o nome de “Outubro é mês de revolução”. Confira abaixo a programação, as sinopses e os horários das exibições:

sábado, 17h, 4.10.08
ESTADO DE SÍTIO - Censurado no Brasil até a redemocratização, o filme é um retrato minucioso da participação direta dos Estados Unidos nas ditaduras militares da América Latina nas décadas de 1960 e 1970. Através da história do seqüestro de um norte-americano e um brasileiro pelo grupo guerrilheiro uruguaio Tupamaros, o cineasta denuncia o papel repressivo do governo estadunidense nas ditaduras latino-americanas. Dirigido em 1973 pelo grego Costa-Gravas, o filme segue como uma das obras mais importantes da história do cinema, tanto pela coragem temática quanto pela abordagem estética.

sábado, 17h, 11.10.08
BOM DIA, NOITE
- Em 1978, o líder da Democracia Cristã, Aldo Moro, foi seqüestrado e morto pelo grupo extremista Brigada Vermelha, em um dos casos mais chocantes da história política italiana. Neste filme, o episódio é revisto pelos olhos de Chiara, uma personagem fictícia, integrante do grupo de seqüestradores. Aparentemente, Chiara leva uma vida monótona no trabalho, com seus amigos e seu namorado. Mas, secretamente, ela se engaja no grupo radical de esquerda. Sua relação com os companheiros se torna conflituosa na medida em que seu fascínio pela vida utópica é confrontado com a força destrutiva daqueles que a cercam. Uma reflexão sobre as contradições da ação revolucionária, onde as imagens, o estilo visual, as cores, a iluminação, o som, a música - enfim, o cinema - não ficam para trás do conteúdo político. Dirigido por Marco Bellochio, em 2003.

sábado, 17h, 18.10.08
A BATALHA DE ARGEL - O fio condutor da história é a ação dos integrantes da Frente de Libertação Nacional (FLN), organização argelina que lutava pela libertação do povo da colônia francesa. Por meio da história e das ações dos residentes na Casbah, o maior bairro popular da capital do país, o filme mistura realidade e ficção para traçar um recorte profundo do processo de libertação de colônias européias na África. Rodado em 1965 pelo diretor Gillo Pontecorvo e proibido no Brasil (e na França, claro), este quase-documentário muda a história do cinema e prova que expressão política e expressão artística, na mesma medida, podem resultar em um dos filmes mais belos e sem folêgo da história do cinema.

sábado, 17h, 25.10.08
TERRA E LIBERDADE
- Em “Terra e Liberdade”, Loach centra seu olhar sobre um dos episódios mais dramáticos do século XX: a Guerra Civil Espanhola. Em fevereiro de 1936, a Frente Popular, uma coligação entre socialistas, comunistas, social-democratas e liberais, contando com o apoio e os votos dos anarquistas, vence as eleições. O triunfo da Frente Popular criou um ambiente pré-revolucionário na Espanha. Os milhares de presos políticos foram arrancados das prisões por eufóricas multidões de populares. As greves cresciam em número e em proporções, e ocupações de fábricas amedrontavam os capitalistas. O governo prometia separar a Igreja do Estado e o sentimento anticlerical alastrava-se por todo o país. Em julho de 1936, refletindo os sentimentos dos setores conservadores da sociedade espanhola – os militares, a Igreja, a Falange, os latifundiários e uma parte da burguesia – o general Francisco Franco, comandante das forças coloniais sediadas no Marrocos, subleva-se e é acompanhado pela maioria dos comandantes militares. Alguns oficiais e guarnições militares permanecem fiéis ao governo. Nas grandes cidades a resistência popular encarrega-se de defender as poucas conquistas trazidas pela República. Em Madri, o povo assalta os quartéis, arma-se e expulsa os fascistas. Em seguida, juntamente com as Brigadas Internacionais organizadas pela URSS, resistem heroicamente ao cerco da capital pelas tropas franquistas. Em Barcelona, os anarquistas organizam-se em milícias e tomam o poder na Catalunha, assumindo a autogestão das terras e das fábricas. A Espanha fica dividida em três poderes. A metade fascista, comandada pelo general Franco. A outra metade chamada de republicana, legalmente chefiada pelo governo do socialista Largo Caballero. Mas quem exerce o poder de fato nessa outra metade são os trabalhadores do campo e da cidade, organizados em milícias populares. Tem início simultaneamente a Guerra Civil, provocada pelo golpe dos militares, e a Revolução Espanhola, por iniciativa dos anarquistas da FAI e, em escala menor, por socialistas independentes de esquerda e, na Catalunha, pelo POUM – Partido Obrero de Unificación Marxista, grupo de tendência marxista revolucionária, que se opunha tanto ao Partido Comunista stalinista quanto às correntes trotskistas.
Ao resgatar para o cinema a epopéia da Guerra Civil Espanhola, desaguadouro do altruísmo dos revolucionários de dezenas de países, Loach empunha o estandarte “Terra e Liberdade” da revolução espanhola, para afirmar que as utopias são imorredouras. Ao mesmo tempo, resgata a verdade histórica, deturpada durante décadas por uma propaganda enganosa, sobre o papel que a Internacional Comunista (stalinista) desempenhou durante a Guerra Civil Espanhola. Ao frear o ímpeto revolucionário dos trabalhadores da cidade e do campo, serviu aos interesses do fascismo, ao reprimir com seus métodos as forças empenhadas em enfrentar a sublevação militar da direita e realizar a revolução simultaneamente.

Todas as sessões acontecem aos sábados e são gratuitas. O endereço é Av. Ana Costa, 308, segundo andar, ao lado do Extra.